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Trailer de ‘Ninguém entra, ninguém sai’ faz rir com as confusões de casais

8 de novembro de 2016
Ninguém Entra Ninguém Sai

DANIELLE WINITS, LETICIA LIMA, EMILIANO D’AVILA, RAFAEL INFANTE, MARIANA SANTOS, PAULINHO SERRA E ATORES DE várias TURMAS DO HUMOR se reúnem na NOVA COMÉDIA DA CARIBE PRODUÇÕES

Baseado numa crônica de Luiz Fernando Veríssimo, “Ninguém Entra, Ninguém Sai” conta o que acontece quando diferentes casais são confinados por dias num mesmo espaço. O que torna tudo muito engraçado é o lugar onde eles estão presos: um motel. Cercados por policiais, curiosos e pela imprensa, eles criam grandes confusões enquanto esperam a liberação para voltar ao seu dia a dia e enfrentar a curiosidade alheia. Hoje é divulgado para a imprensa o trailer do longa da Caribe Produções, dirigido por Hsu Chien Hsin, distribuído pela Imagem Filmes e que estreia no primeiro semestre do ano que vem.

O elenco reúne atores de diferentes turmas do humor na televisão e na internet. Vindos do sucesso Porta dos Fundos, Rafael Infante e Leticia Lima (atualmente em “Vai que Cola”), além de Gabriel Totoro. De tantas temporadas em “Vai que cola”, Emiliano d’Avila e Catarina Abdalla. Dos programas de humor da MTV, Paulinho Serra (hoje Globo e Multishow). Do ZORRA, antigo e novo, Mariana Santos, Renata Castro Barbosa, Anselmo Vasconcellos e Antonio Pedro. Da TV Globo, Danielle Winits, Guta Stresser (a Bebel de “A Grande Família”) e Monique Alfradique (em cartaz na peça “Qualquer gato vira-lata”). Da novíssima geração, João Côrtes (no ar, em “Sol Nascente”), Bella Piero (no ar, em “A Lei do Amor”) e Tatsu Carvalho (em “A Terra Prometida”). Uma bagunça divertida que fica ainda mais quente com André Mattos (de “Tropa de Elite”, atualmente em “Narcos”) e Sergio Mallandro.

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Cine Matilha realiza 1ª Mostra de Filmes Independentes

Cine Matilha realiza 1ª Mostra de Filmes Independentes

Edição reúne filmes selecionados pela curadoria do espaço

São Paulo, novembro de 2016 – O Cine Matilha exibe de 15 de novembro a 18 de dezembro os filmes selecionados na 1ª Mostra de Filmes Independentes. Após dois anos da Chamada Pública, esta será a primeira edição. No total, foram 411 inscritos e 77 selecionados pela curadoria do Cine Matilha, realizada por parceiros do espaço.

O principal objetivo do projeto é dar a oportunidade a filmes e diretores exibirem suas obras, mesmo sem contar com uma distribuidora de peso. Neste ano, a Chamada Pública recebeu filmes de todo o Brasil, além de países como Angola, Argentina, Cabo Verde e Portugal.

A maioria dos filmes recebidos está nas categorias documentário e ficção. Dentre os programados, temos Aluga-se, de Marcela Lordy, participante da 13° Edición del Festival Internacional De Cine De Martil e do Festival Internacional De Cine De Huesca. Da mesma diretora, estão programados também Sonhos de Lulu e A musa Impassível. Outros destaques são Central, de Tatiana Sanger, (vencedor na categoria melhor documentário no Festival Festin – Lisboa/Portugal Língua Portuguesa) e Cine Camelô, de Clarice Knoll (selecionado para o 28º Interfilm International Short Film Festival Berlin e integrante da Seleção Oficial – 61º Melbourne International Film Festival).

Dentre as obras programadas, também estão o documentário Juizados.doc: um olhar sobre a violência de gênero e as práticas institucionais, de Cristiane Brandão e José Eduardo Acevedo, que aborda os juizados da violência doméstica e familiar contra a mulher, instituições do Poder Judiciário com competência para processar e julgar os casos da Lei Maria da Penha.

 

Sobre o Cine Matilha

Sala de Cinema independente e sem fins lucrativo localizada no 3º andar da Matilha Cultural.
Possui 68 lugares e acesso para cadeirantes.
Única sala de cinema da cidade onde a entrada de cães é permitida em todas as sessões.

 

CINE MATILHA

Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo
Tel.: (11) 3256-2636
Horários de funcionamento: terça-feira a domingo, da 18h às 22h/ exceto sábados: 16h às 22h
Wi-fi grátis
Cartões: VISA (débito/ crédito)
Entrada livre e gratuita, inclusive para cães
68 LUGARES + 03 cadeirantes.
www.matilhacultural.com.br

 

PROGRAMAÇÃO CHAMADA PÚBLICA

15/11 Terça Feira
18h A Navalha do Avô
18h30 Meu Pequeno Herói Não Sabe Voar
20h30 Juizados.doc -Um Olhar sobre a violência de gênero e as Práticas

16/11 Quarta-feira
18h Atrás da Pedra – Resistência Tekoa Guarani
18h30 Parente Guerreiro – Luta e Resistência Indígena
20h30 Central

17/11 Quinta-feira
18h Juizados.doc -Um Olhar sobre a violência de gênero e as Práticas
20h30 Apart Horta

18/11 Sexta-feira
18h Acabou a paz, isto aqui vai virar o Chile, escolas ocupadas em SP
20h30 Cine Camelô
21h Guataha

19/11 Sábado
16h A Musa Impassível
17h Aluga-se
17h30 Sonhos de Lulu
18h Ouvir o Rio: Uma Escultura Sonora de Cildo Meireles
21h Retrato de Dora e Visionica (curtas)

20/11 Domingo
18h Invisível e DUAL X (curtas)
18h30 CO2 e De Fino Gosto (curtas)
19h O Afeto é o centro do Universo
19h30 Cine Camelô
19h50 Parceiros
20h10 A Toca dos Dois Signos

22/11 Terça-feira
18h30 Retrato de Dora e Visionica (curtas)
20h30 O Afeto é o centro do Universo

23/11 Quarta-feira
18h30 Eu que parecia gigante
20h30 A Navalha do Avô
21h Meu Pequeno Herói Não Sabe Voar
21h30 A Lua e a Madeira e A Vermelha Luz do Bandido (curtas)

24/11 Quinta-feira
18h30 Parceiros
20h30 Punhal

01/12 Quinta-feira
18h40 34
19h10 Interior
19h30 Guatara
20h10 CEM ASAS

02/12 Sexta-feira
18h20 A Toca dos Dois Signos
18h30 Eu que parecia gigante
18h40 34
19h Lua e a Madeira e A Vermelha Luz do Bandido
19h30 Punhal

03/12 Sábado
15h A musa impassível
16h Aluga-se
16h30 Sonhos de Lulu
17h Ouvir o Rio: Uma Escultura Sonora de Cildo Meireles
20h Apart Horta

04/12 Domingo
18h Invísivel e DUAL X (curtas)
18h30 CO2 e De Fino Gosto (curtas)
19h Cem asas
19h50 Braços Abertos Portas Fechadas
20h30 Fantasma da Saudade no Vale da Morte

06/12 Terça-Feira
18h30 No tempo das formigas
19h Atrás da Pedra – Resistência Tekoa Guarani
19h30 Parente Guerreiro – Luta e Resistência Indígena
20h Ópio
20h30 Mais uma História
20h50 O que teria acontecido ou não naquela calma e misteriosa tarde de domingo no jardim zoológico

07/12 Quarta-Feira
18h30 Sobre Rodas
19h ACABOU A PAZ, ISTO AQUI VAI VIRAR O CHILE, ESCOLAS OCUPADAS EM SP
20h Pé-de-parede
20h30 No submundo do verso
21h Carruagem Rajante

08/12 Quinta-Feira
19h Púlpito e Parlamento: Evangélicos na Política
20h10 Eu sou o Bixiga
20h30 Ponto de Vista

09/12 Sexta-Feira
18h30 Cine Paissandu: histórias de uma geração
19h João Heleno dos Brito
19h30 Ponto de Vista
20H Entre Imagens (intervalos)
20h30 Em Jogo

10/12 Sábado
16h O Diário de Carla
16h30 Transformações e Janela
17h Ópio
17h30 Mais uma história
18h O que teria acontecido ou não naquela calma e misteriosa tarde de domingo no jardim zoológico
18h30 Carruagem Rajante
19h Braços Abertos Portas Fechadas
19h30 PRA FALAR DE RAP – A Produção do Rap Independente
20h15 Assim nascem canções

11/12 Domingo
18h Eu sou Bixiga
18h30 PRA FALAR DE RAP – A Produção do Rap Independente
19h15 João Heleno dos Brito
20h Indianópolis, meu amor
20h30 Sobre Rodas
20h45 Sutura

13/12 Terça-Feira
18h Pequena Aldeia
18h30 Tocando meu destino
19h Pé-de-parede
19h30 No Submundo do Verso
20h Cine Paissandu: histórias de uma geração
20h30 No tempo das formigas

14/12 Quarta-Feira
18h30 Fora de Quadro
19h Púlpito e Parlamento: Evangélicos na Política
20h10 Bravura
20h20 O Diabo no Armário
20h30 Em jogo

15/12 Quinta-Feira
18h Árvore
18h30 Indianópolis, meu amor
19h Fantasma da Saudade no Vale da Morte
19h30 Assim Nascem Canções
20h Interior
20h30 Entre Imagens (Intervalos)

16/12 Sexta-Feira
18h O Experimento
18h30 Sangria
19h Transformações e Janela
19h30 Como são cruéis os pássaros da alvorada
20h Curta Memória
20h20 Pássaro Azul
20h30 La Voisine

17/12 Sábado
16h Pequena Aldeia
16h30 Sangria
17h Como são cruéis os pássaros da alvorada
17h30 O diário de Carla
18h Central
19h Bravura
19h05 O diabo no armário
19h10 Curta Memória
19h20 Pássaro Azul
19h30 Tocando meu destino
18/12 Domingo
18h La Voisine
18h30 Fora de Quadro
19h Árvore
19h30 O Experimento
20h Sutura
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MOSTRA ECOFALANTE PROMOVE CIRCUITO INÉDITO DE FILMES E DEBATES NA UNICAMP

5ª MOSTRA ECOFALANTE DE CINEMA AMBIENTAL

Sessões acontecem entre 08 de novembro e 1º de dezembro

A Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, maior festival de cinema com essa temática no Brasil, chega à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) no dia 8 de novembro com um projeto inédito. Até 1º de dezembro, a cidade universitária recebe, em dois locais de exibição, 16 sessões de filmes e seis debates com docentes e pesquisadores da instituição. A programação é gratuita e aberta para estudantes, funcionários e público geral.

Os filmes foram selecionados por professores do Instituto de Economia (IE), da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC), do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) e do Núcleo de Estudos de População (NEPO). São produções contemporâneas, de diversos países, que conversam diretamente com temas pesquisados na universidade, como especulação imobiliária, planejamento urbano, gestão de recursos hídricos, expansão do agronegócio, automatização nas relações de trabalho, mudanças climáticas, entre outros. As sessões acontecem na Casa do Lago e no auditório da Adunicamp.

Mariana Fix, professora do IE, coordenadora do Centro de Estudos do Desenvolvimento Econômico (Cede) e uma das organizadoras do evento, conta que já vinha acompanhando o trabalho da Mostra, e depois de participar dos debates esse ano, viu que seria vantajoso trazer as discussões para Unicamp, “pela qualidade dos filmes e pela importância dos temas tratados”. Ela compôs com Guilherme Wisnik a mesa de debate sobre cidades na 5ª Mostra Ecofalante, que aconteceu em junho, em São Paulo.

“É interessante que esse projeto, mesmo piloto, consegue integrar os três pilares da atuação universitária. No ensino e na pesquisa, por trazer temas que dialogam com o conteúdo dos cursos e projetos, e na extensão, porque faz isso através da arte, em sessões abertas para toda a comunidade”, declara Mariana.

Chico Guariba, diretor da Mostra Ecofalante, destaca a inovação do evento. “É a primeira vez que fazemos um circuito assim, personalizado, para uma universidade. Sempre tivemos uma relação estreita com o ensino superior, trazendo professores e pesquisadores para os debates da Mostra e levando os filmes para faculdades de diversas áreas, e, recentemente, incentivando a produção audiovisual através do concurso de curtas universitários. É portanto uma progressão natural do trabalho educativo da Mostra, uma que esperamos expandir cada vez mais”, diz Guariba.

Para Gisela Cunha Leonelli, professora do curso de Arquitetura da FEC, o uso dos filmes como material didático é interessante especialmente porque eles não estão inclusos no circuito comercial de cinema. “Há uma demanda enorme dos alunos para que o aporte dos materiais didáticos seja diferente, criativo. Assim, estamos nos esforçando para que os filmes e esse modelo de exibição com debate sejam incluídos definitivamente no programa pedagógico da Unicamp”, informa Gisela. Ela ainda atenta para um ganho secundário muito relevante, que é a ocupação da estrutura da universidade numa atividade que envolve alunos e professores de diversas áreas. “A Mostra aqui potencializa esse caráter transversal do conhecimento, incentiva o intercâmbio entre os cursos, e faz isso tratando de temas atuais, o que também é uma reivindicação dos estudantes”, comenta.

 

Programação

A primeira sessão acontece já nesta terça-feira, 8/11, na Adunicamp. Haverá exibição do de “Nação Especulação”, às 19h, seguida de debate com Mariana Fix e Pedro Rossi, também professor do IE. O documentário registra as marcas deixadas pela crise financeira da Espanha, tanto na paisagem e quanto na vida dos cidadãos. Ambientando em “cidades-fantasmas da especulação imobiliária”, acompanha aqueles que perderam a fé no sistema e que agora passaram a se mobilizar.

Na quinta-feira, 10/11, acontecem duas sessões de Favelas: As Cidades do Amanhã, uma às 16h e outra às 19h. A sessão da noite será acompanhada de debate com os professores Sidney Piochi Bernardini (FEC) , Gisella Leonelli (FEC) e José Marcos da Cunha (NEPO).

Jaci: Sete Pecados de uma Obra Amazônica, filme brasileiro premiado na 5ª Mostra Ecofalante, será exibido no dia 22/11, terça-feira. Na Adunicamp, às 14h, a sessão é seguida de debate com Ricardo Antunes (IFCH), Humberto Miranda do Nascimento (IE), Claudio Maciel (IE) e Melissa Ronconi; na Casa do Lago, apenas o filme será exibido, às 18h.

No dia 23/11 Ermínia Maricato (FAU-USP, professora visitante IE), Gisella Leonelli (FEC), Mariana Fix e Beatriz Mioto (IE) debatem o filme Desculpe Pelo Transtorno: A História do Bar do Chico, às 14 horas, na Adunicamp. O documentário conta a história de um pescador cujo pequeno bar à beira-mar se tornou o “marco zero” na batalha de uma comunidade em Florianópolis contra o desenvolvimento urbano desenfreado e interesses políticos da especulação imobiliária. Ele também será exibido, no mesmo dia, na Casa do Lago, às 16h e depois às 19h.

A quinta-feira, 24/11, é o dia dos curtas. Auto-Fitness, uma animação alemã de 21 minutos sobre a automatização da vida, e Para Onde Formas as Andorinhas?, filmado no Parque Indígena do Xingu, têm sessões na Casa do Lago, às 14h, e na Adunicamp, às 19h – esta última comentada pelo pesquisador Fernando Macedo.

H2Omx, documentário mexicano sobre a crise da água na Cidade do México, terá duas sessões no dia 29, na Casa do Lago. Laura Bueno (PUCCAMP) e Roberto Luiz do Carmo (NEPO) discutem a sessão das 16h, e depois tem reprise às 19h. Fechando o circuito haverá também duas sessões de A Experiência Cecosesola na Casa do Lago, às 16h e às 19h. O filme nos apresenta Cecosesola, uma cooperativa na Venezuela que funciona há maus de 50 anos num sistema de auto-gestão, sem hierarquias, salários iguais e rotatividade de cargos. Atualmente envolve mais de 1200 associados e gere supermercados populares, feiras, transporte, serviços funerários e outras cooperativas.

 

Sobre a Mostra Ecofalante

Em seu quinto ano consecutivo, a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental se consolida como espaço para exibição de produções audiovisuais de grande qualidade e com vocação para promover o debate sobre questões presentes em nosso dia a dia. Realizadores, cientistas, ativistas, gestores públicos, formadores de opinião, entra outros, discorrem sobre estas questões a partir de filmes de diferentes nacionalidades, a maioria deles inédita no Brasil.

Desde sua primeira edição, em 2012, a Mostra atingiu cerca de 110 mil pessoas, realizada em salas de cinema, escolas, universidades e espaços públicos e culturais de 21 cidades do Estado de São Paulo. Exibiu 333 filmes e promoveu mais de 250 debates.

 

Acompanhe nas redes:

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SERVIÇO

Mostra Ecofalante na Unicamp
De 8 de novembro a 1º de dezembro

 

Gratuita

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‘O FILHO ETERNO’ GANHA TRAILER OFICIAL

O Filho Eterno

Dirigido por Paulo Machline, filme com Marcos Veras e Débora Falabella estreia dia 1º de dezembro

O FILHO ETERNO, de Paulo Machline, acaba de ganhar trailer oficial. Baseado no premiado livro homônimo de Cristóvão Tezza e produzido por Rodrigo Teixeira, o filme chega aos cinemas em 1º de dezembro e traz Marcos Veras, Débora Falabella e Pedro Vinicius como protagonistas dessa história. O longa é uma coprodução com a Globo Filmes e conta com distribuição da Sony Pictures.

Com traços autobiográficos, O FILHO ETERNO conta a história de Roberto (Marcos Veras), um escritor ainda não publicado e seguro de que o nascimento do primeiro filho é o pontapé para uma nova vida. Mas, ainda no hospital, ele descobre que terá que se acostumar com a ideia de ser pai de Fabrício (Pedro Vinicius), uma criança com síndrome de Down.  A notícia provoca uma série de emoções e conflitos que afetam a relação de Roberto com o trabalho e o seu casamento com Cláudia (Débora Falabella). Ao longo de 12 anos, o verdadeiro significado de paternidade é revelado, em meio a obstáculos, conquistas e descobertas.

Em sua estreia como protagonista num papel dramático, Marcos Veras ressalta o desafio de fazer um personagem tão complexo. “É muito bacana para o artista poder trabalhar em projetos e gêneros diferentes. Gosto de boas histórias e de personagens que me desafiam. Posso falar que fazer comédia é uma das coisas mais difíceis que existe. Mas esse talvez seja até agora o maior desafio da minha carreira”, afirma o ator.  Para Débora Falabella, a verdade e a profundidade da história a deixaram comovida. “Sinto uma alegria enorme por ter feito parte desse filme sensível e tocante. Todos nós fizemos com muito amor”, elogia.

O livro de Tezza recebeu os prêmios APCA, Jabuti, Portugal Telecom e São Paulo de Literatura, entre outros, além de ter sido traduzido para mais de dez idiomas, tornando-se um dos livros mais premiados da literatura brasileira nos últimos anos.

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Hoje, acontece o 17° Projeta Brasil nas salas da Rede Cinemark, com ingressos a R$ 3

7 de novembro de 2016
17° Projeta Brasil

Cinemark exibe ‘Aquarius’, ‘Nise – O Coração da Loucura’ e ‘Carrossel 2’ no 17° Projeta Brasil

REDE DEDICA O DIA 7 DE NOVEMBRO À EXIBIÇÃO DE SUCESSOS DO CINEMA BRASILEIRO EM TODOS OS SEUS COMPLEXOS, COM INGRESSOS POR R$ 3

Um dia inteiramente dedicado ao cinema nacional. Este é o Projeta Brasil, evento da Rede Cinemark que chega a sua 17ª edição, com a exibição das principais produções brasileiras lançadas entre novembro de 2015 e outubro de 2016. Nesta segunda-feira, 7 de novembro, os espectadores poderão assistir a mais de 35 longas-metragens brasileiros de diferentes gêneros – como um documentário sobre um dos maiores cantores da MPB, uma comédia romântica com Ingrid Guimarães ou o aclamado “Aquarius”, com a atriz Sonia Braga – em 606 salas dos 81 complexos de cinema da Rede. Cada ingresso custa apenas R$ 3, e a renda arrecadada é totalmente revertida para projetos e programas de incentivo à produção cinematográfica nacional. Além disso, em todos os complexos da Rede o público poderá adquirir o combo promocional Projeta Brasil – uma pipoca na embalagem especial do evento e um refrigerante 300 ml – pelo valor de R$ 5, na segunda-feira (7).

– Criamos o Projeta Brasil Cinemark com o objetivo de incentivar o cinema brasileiro de duas formas: aproximando o público das principais obras brasileiras e reunindo recursos para apoiar premiações, projetos educativos e de acervo. A Cinemark tem muito orgulho em dizer que acompanha de perto o crescimento da produção nacional ao longo desses 17 anos -, ressalta Bettina Boklis, diretora de marketing da Cinemark.

Todos os anos, o Projeta Brasil é apadrinhado por um ator de renome, que, sem cobrar cachê, empresta seu rosto para vídeos e fotos de divulgação dessa data. Nesta edição, a campanha foi estrelada pelo ator e comediante Paulo Gustavo.

As edições anteriores do Projeta Brasil Cinemark já atraíram aos cinemas mais de 2 milhões de espectadores – só no último ano, a Cinemark registrou um público de mais de 100 mil pessoas.

Entre os mais de 35 filmes selecionados para a edição de 2016 estão: “Aquarius”, “Nise – O Coração da Loucura”, “O Roubo da Taça”, “Em Nome da Lei”, “Mais Forte Que o Mundo – A História de José Aldo” e “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina”. Mais informações no site da Rede: www.cinemark.com.br.
Filmes do Projeta Brasil 2016

O 17º Projeta Brasil traz filmes de todos os gêneros e para todas as idades. Abaixo, a lista completa dos longas participantes desta edição:

  • Boi Neon (Imovision), de Gabriel Mascaro
  • Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil (Elo Company), de Belisario Franca
  • Meu amigo Hindu (Europa Filmes), de Hector Babenco
  • Paratodos (O2 Play), de Marcelo Mesquita
  • Nos Passes do Mestre,de André Marouço
  • Os Dez Mandamentos – O Filme (Paris Filmes), de Alexandre Avancini
  • Um Homem Só (Paris Filmes), de Cláudia Jouvin
  • A Lua em Sagitário (Elo Company), de Marcia Paraiso
  • O Outro Lado do Paraíso (Europa Filmes), de André Ristum
  • Chico – Artista Brasileiro (Sony Pictures), de Miguel Faria Jr.
  • O Começo da Vida, de Estela Renner
  • Mãe só há uma (Vitrine Filmes), de Anna Muylaert
  • O Caseiro (Europa Filmes), de Julio Santi
  • Nise – O Coração da Loucura (Imagem Filmes), de Roberto Berliner
  • Depois de Tudo (Imagem Filmes), de João Araujo
  • Mundo Cão (Paris Filmes), de Marcos Jorge
  • Prova de Coragem (Europa Filmes), de Roberto Gervitz
  • Apaixonados – O Filme (H2O Filmes), de Paulo Fontenelle
  • Amor em Sampa (Elo Company), de Carlos Alberto Riccelli, Kim Riccelli
  • De Onde Eu Te Vejo (Warner Bros.), de Luiz Villaça
  • O Shaolin do Sertão (Paris Filmes), de Halder Gomes
  • Zoom (Downtown Filmes), de Pedro Morelli
  • Tudo o que aprendemos juntos (Fox Film), de Sérgio Machado
  • Aquarius (Vitrine Filmes), de Kleber Mendonça Filho
  • Entre Idas e Vindas (Imagem Filmes), de José Eduardo Belmonte
  • Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina (Paris Filmes), de Mauricio Eça
  • O Roubo da Taça (Paris Filmes), de Caíto Ortiz
  • O Escaravelho do Diabo (Paris Filmes), de Carlo Milani
  • Uma Loucura de Mulher (Imagem Filmes), de Marcus Ligocki Júnior
  • Em Nome da Lei (Fox Film), de Sergio Rezende
  • Reza a Lenda (Imagem Filmes), de Homero Olivetto
  • Desculpe o Transtorno (Disney/ Buena Vista), de Tomás Portella
  • Mais Forte Que o Mundo – A História de José Aldo (Paris Filmes), de Afonso Poyart
  • Porta dos Fundos – Contrato Vitalício (Paris Filmes), de Ian SBF
  • Tô Ryca (Downtown Filmes), de Pedro Antonio
  • Vai Que Dá Certo 2 (Imagem Filmes), de Mauricio Farias
  • Um Namorado para minha Mulher (Paris Filmes), de Julia Rezende
  • Bem Casados (Imagem Filmes), de Aluízio Abranches
  • Até Que a Sorte nos Separe 3 – A Falência Final (Paris Filmes), de Roberto Santucci e Marcelo Antunez
  • É Fada (Imagem Filmes), de Cris D’Amato
  • Um Suburbano Sortudo (Paris Filmes), de Roberto Santucci e Marcelo Antunez
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‘É APENAS O FIM DO MUNDO’ ESTREIA DIA 24 DE NOVEMBRO

É Apenas o Fim do Mundo

Vencedor do Prêmio do Júri no ultimo Festival de Cannes, novo filme de Xavier Dolan tem Marion Cotillard, Vincent Cassel e Léa Seydoux no elenco

Baseado na peça Juste la fin du monde, novo filme de Xavier Dolan, É APENAS O FIM DO MUNDO, estreia dia 24 de novembro após receber o Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2016. O filme, que tem no elenco nomes consagrados do cinema francês, como Nathalie Baye, Vincent Cassel, Marion Cotillard e Léa Seydoux, foi exibido também no Festival Internacional de Cinema do Rio e está na programação do 24° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, maior festival LGBTQ da América Latina, acontece de 9 a 20 de novembro na Capital Paulista.

Após doze anos de ausência, um escritor volta a sua cidade-natal com planos de anunciar sua iminente morte para a família.

Conforme o ressentimento vai reescrevendo o curso da tarde, ataques e brigas se desenrolam, estimulados pela amargura e pelo medo, enquanto todas tentativas de empatia são sabotadas pela incapacidade das pessoas em ouvir e amar.

Notas do diretor

Foi em 2010, ou talvez já em 2011, não lembro.  Mas logo depois de Eu Matei a Minha Mãe, eu estava na casa de Anne Dorval, sentado no balcão de sua cozinha. Aquele se tornou o local inescapável onde sempre íamos para fofocar, trocar confidências e confissões, ver fotos, ler alguma coisa ou, como na maior parte do tempo, ficar de bobeira. Foi ali que ela mencionou uma peça extraordinária que ela teve o prazer indescritível de fazer no começo do século. “Eu nunca tive a oportunidade de dizer e atuar coisas escritas e concebidas desse jeito, em um vernáculo tão exaustivamente particular”, ela me disse. Além disso, ela estava convencida que eu tinha a horrenda obrigação de ler a peça. Ela até me deu sua cópia pessoal, do jeito que estava, com rabiscos de uma década; deixas, posições de palco e um bocado de anotações pelos cantos…

Levei para casa o volumoso documento impresso em papel sulfite. A leitura anunciava um certo… rigor. Na verdade, diferente do que Anne prometeu, eu não me empolguei muito com ele. Para ser honesto, eu senti um desinteresse pelo material, e talvez até uma aversão pela linguagem. Por causa de um bloqueio intelectual de alguma espécie, eu não conseguir simpatizar com os personagens ou a história, e não era capaz de amar a peça que minha amiga venerava profundamente. Pus É Apenas o Fim do Mundo de lado, e Anne e eu nunca comentamos sobre isso novamente.

Quatro anos depois, logo depois de Mommy, eu me peguei pensando no grande volume de capa azul, guardado na biblioteca da sala de estar – na prateleira de cima, naturalmente. Estava tão no alto que se destacava da pilha de livros na qual estava agrupado, de cabeça erguida, como soubesse que não poderia ser ignorado longamente.

No começo daquele verão, eu reli – ou li, na verdade – É Apenas o Fim Mundo. Lá pela página 6, sabia que seria meu próximo filme.

E meu primeiro filme como homem feito. Eu finalmente conseguia entender as palavras, emoções, silêncios, hesitações, inseguranças, falhas autênticas e arrebatadoras dos personagens de Jean-Luc Lagarce. Para defender a peça, devo dizer que não lhe dei uma chance real naquele primeiro momento. Em minha defesa, devo dizer que, se tivesse dado meu melhor, não acho que teria entendido mesmo assim.

O tempo tem seu jeito próprio e (muito) frequentemente Anne está certa.

Xavier Dolan, 2 de abril de 2016
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‘O ÍDOLO’ ESTREIA DIA 8 DE DEZEMBRO

O Ídolo

Candidato da Palestina ao Oscar 2016 foi exibido na 40a Mostra Internacional de Cinema

Dirigido por Hany Abu-Assad (Paradise Now – Oscar de Melhor Filme Estrangeiro), O ÍDOLO é baseado na incrível história real de Mohammad Assaf, vencedor do Arab Idol 2013. O filme foi escolhido para representar a Palestina no Oscar 2016 e estreia dia 8 de dezembro, distribuído pela California Filmes.

Mohammad é um garoto de Gaza que sonha em cantar na Ópera do Cairo para que o mundo ouça sua voz. De alguma maneira ele consegue escapar da prisão que é Gaza e chegar até as audições em Cairo para o Arab Idol, o programa de talentos mais famoso da região. Conforme avança para as fases finais da competição, ele deve confrontar seus próprios medos para tomar as rédeas de seu destino e trazer esperança e felicidade para toda uma região. A plateia assistirá Mohammad passar por uma jornada para mudar de vida.

PALAVRAS DO DIRETOR

Eu sempre me pergunto por que quero fazer um filme e gastar quase dois anos da minha vida trabalhando duro para completa-lo. No caso de O Ídolo, a resposta era clara e simples. A história desse jovem rapaz, Muhammad Assaf, é uma história tão incrível que até alguém como eu estava mais animado para ele ganhar o Arab Idol do que por mim mesmo, que três semanas antes tinha ganho o Prêmio do Júri da Um Certo Olhar no Festival de Cannes. Eu fui flagrado pela câmera no meio de milhares de pessoas reunidas na praça em Nazaré para ouvir o resultado final de Arab Idol; eu estava pulando de empolgação como um menino, e eu não experimentava esse tipo de animação há muito tempo. Quando Ali Jaafar me ofereceu a chance de dirigir a história de Muhammad Assaf, meus braços ficaram completamente arrepiados. Soube na hora que faria tudo para transformar essa história em um grande filme.

Eu vejo O Ídolo como uma história de luta e da vontade de sobreviver sob circunstâncias extremas. É uma história de esperança e sucesso de um casal de irmãos que são capazes de transformarem suas desvantagens em vantagens, o impossível no possível, que vieram do nada e superaram todas as expectativas, derrotaram a pobreza, a opressão e a ocupação. Eles têm a habilidade de converter feiura em beleza, o que no final é o poder por trás de toda arte e o combustível para florescer a esperança.

Eu vejo O Ídolo na tradição de Zorba, o Grego, mas com o estilo de Quem Quer Ser um Milionário?. O filme terá a honestidade de Entre os Muros da Escola, a energia de Billy Elliot, a determinação de Um Sonho de Liberdade, mas terá seu humor e alma únicos.

Hany Abu-Assad
17 de outubro de 2014

 

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‘QUANDO O DIA CHEGAR’ ESTREIA DIA 10 DE NOVEMBRO

Quando o Dia Chegar

Filme dinamarquês, baseado em história real, foi exibido na 40a Mostra Internacional de Cinema

Quando o Dia Chegar é uma história de “Davi contra Golias” inspirada em acontecimentos reais. O enredo se passa em 1967 e gira em torno de dois jovens irmãos cujas vidas lhe são roubadas repentinamente ao serem colocados em um orfanato esquecido pelo tempo. Armados apenas com a imaginação vívida e uma fagulha de esperança, os garotos entram em uma batalha assustadora contra o Diretor Heck e sua tirania mortal.

Zentropa e o diretor Jesper W. Nielsen conseguiram arrebanhar alguns jovens talentos – Harald Kaiser Hermann e Albert Rudbeck Lindhardt no papel dos irmãos Erik e Elmer – com uma legião dos melhores atores da Dinamarca. Os principais papéis adultos em Quando o Dia Chegar são interpretados por Lars Mikkelsen e Sofie Gråbøl.

Lars Mikkelsen retornou à Dinamarca para viver o papel do Diretor Heck depois de papéis internacionais como o presidente russo na série House of Cards da Netflix, o vilão da série televisiva Sherlock Holmes e a nova e popular série sobre crimes internacionais Murder Without Borders, de Harold Bear. Sofie Gråbøl também retorna à Dinamarca depois de passar pelos palcos como a rainha dinamarquesa em James III em Edinburgo e estrelar na série criminal britânica Fortitude. Em Quando o Dia Chegar, ela interpreta a nova professora Lilian, que é forçada a aprender relutantemente as regras do orfanato Gudjerg.

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DIRETOR JOÃO PEDRO RODRIGUES VEM AO BRASIL PARA LANÇAR ‘O ORNITÓLOGO’

O Ornitólogo

Filme abrirá o 24° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade no dia 9 de novembro em São Paulo

O diretor português João Pedro Rodrigues está de malas prontas para o Brasil. Ele desembarca em solo paulistano no dia 9 de novembro para apresentar o filme “O Ornitólogo”, que abrirá o 24° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, maior festival LGBTQ da América Latina, acontece de 9 a 20 de novembro na Capital Paulista. O longa, que estreia em circuito comercial em fevereiro de 2017, conta a história de Fernando, de 40 anos, um ornitólogo que decide viajar pelo curso de um rio a bordo de um caiaque e acaba sofrendo um acidente com a sua embarcação.

Ele está em busca de uma rara espécie de cegonhas pretas, quando se distrai, e uma forte correnteza derruba seu caiaque. É socorrido por duas jovens chinesas que o amarram com medo de que ele as abandone naquele lugar isolado. Fernando consegue fugir e dá início a um caminho sem volta pela floresta.

João Pedro Rodrigues ganhou o prêmio de Melhor Diretor do Festival de Locarno, na Suíca. Na época, em entrevista à imprensa portuguesa, ele definiu o filme como uma reflexão das mitologias portuguesas.  “Ao mesmo tempo é uma espécie de versão muito livre da vida do Santo Antônio de Lisboa. É um filme que se passa na atualidade, mas que reflete um pouco as mitologias portuguesas”, disse. Considerado um dos principais diretores portugueses da atualidade, iniciou seus estudos em Biologia, mas logo abandonou a universidade para se dedicar ao cinema. “O Ornitólogo”, um dos filmes mais esperados do ano, segundo a revista francesa Cahiers du Cinéma, é o quinto longa de Rodrigues, que já é reconhecido mundialmente pelo seu estilo próprio e audacioso. Antes deste, o diretor fez filmes que foram premiados em festivais mundo afora, como “O Fantasma”, “Odete”, “Morrer como um Homem” e  A Última Vez que Vi Macau”, entre outros trabalhos.

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GAGA – O AMOR PELA DANÇA’ GANHA PRÊMIO DE MELHOR DOCUMENTÁRIO DA 40a MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA, ESCOLHIDO ATRAVÉS DO VOTO POPULAR

Gaga - O amor pela Dança

Dirigido por Tomer Heymann, o filme estreia em janeiro com distribuição da Vitrine Filmes

História sobre um dos mais importantes coreógrafos do mundo, “Gaga – o Amor Pela Dança”, de Tomer Heymann, foi o escolhido pelo público como o melhor documentário da 40a Mostra Internacional de Cinema. A produção conta detalhes da vida de Ohad Naharin, renomado coreógrafo e diretor artístico da Companhia de Dança Batsheva, de Tel Aviv, acompanhando sua trajetória ao longo de oito anos, capturando momentos de ensaios íntimos e mostrando um extenso material de arquivo inédito.

– As sementes deste filme foram plantadas há 20 anos, quando eu vi pela primeira vez o Grupo de Dança Batsheva, de Naharin, no palco. Minha cabeça e meu coração sofreram uma convulsão gigante, como um coquetel excelente de álcool e drogas, mas sem álcool e sem drogas. Um contínuo movimento, música, energia, sexualidade, sensualidade e dançarinos que fazem você se apaixonar sem saber o porquê. A partir daquela noite, eu me tornei um consumidor obsessivo da arte da dança do Batsheva. Naharin é um osso duro de roer, uma pessoa muito complexa e de caráter contraditório, o que o torna um assunto fascinante para um documentário – explica o diretor Tomer Heymann.

“Gaga – o Amor pela Dança” já circulou por diversos festivais mundo afora, tendo recebido o prêmio de Melhor Filme do Tempo Documentary Film Festival e Sofia International Film Festival, além de prêmio do público dos festivais SXSW Film Festival e IDFA. “Esse filme apresenta muitas camadas narrativas diferentes, ele é complexo em sua forma e conteúdo, mas fácil de amar. Enquanto introdução do universo de um artista incrível, este filme abre as portas de um mundo fascinante: político, doloroso, contraditório, mas em última análise, lindo”, elogiou o júri do Tempo International Film Festival. O documentário também foi aclamado pela crítica e eleito por muitos a melhor produção de dança desde “Pina”. “Elétrico, fascinante, coreograficamente brilhante, bem filmado… excelente. Um personagem principal complexo, convincente, bonito e carismático. Sem dúvida, Naharin é um gênio”, escreveu Dennis Harvey, da Variety.

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ERA O HOTEL CAMBRIDGE’ É ESCOLHIDO PELO PÚBLICO O MELHOR FILME NACIONAL DA 40a MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA

Era o Hotel Cambridge

Filme dirigido por Eliane Caffé já tinha sido o escolhido pelo voto popular do Festival Internacional de Cinema do Rio

Dirigido por Eliane Caffé, ERA O HOTEL CAMBRIDGE acaba de receber mais um prêmio: melhor filme nacional da 40a Mostra Internacional de Cinema, eleito pelo público. O longa narra a trajetória de refugiados recém-chegados ao Brasil que, juntos com trabalhadores sem-teto, ocupam um velho edifício abandonado no centro de São Paulo. Em meio à tensão diária da ameaça do despejo, revelam-se dramas, situações cômicas e diferentes visões de mundo.

Aclamado pela crítica e pelo público, ERA O HOTEL CAMBRIDGE recebeu o Prêmio da Indústria – Cine en Construcción no 63º Festival de San Sebastián em 2015, e o Hubert Buls Fund 2015 – do Festival de Rotterdam. Também em San Sebastian, onde teve sua estreia internacional em agosto de 2016, levou o Prêmio Spanish Cooperation, dado a filmes ibero-americanos das mostras oficiais, novos diretores e horizontes latinos. No Festival do Rio, onde teve sua estreia nacional, foi premiado com o voto popular de MELHOR FILME, além disso, também foi escolhido pela FIPRESCI (crítica internacional) como MELHOR FILME, MELHOR MONTAGEM, eleito pelo júri oficial.

A preparação do projeto levou dois anos e foi gerido por um coletivo que permitiu transformar todo o edifício (que é zona de conflito real) no set criativo da filmagem. Esse coletivo foi composto por quatro frentes principais: equipe de produção do filme; lideranças da FLM (Frente de Luta pela Moradia); grupo dos refugiados e núcleo de estudantes de arquitetura da Escola da Cidade. Por meio oficinas dentro da ocupação surgiu a matéria prima para o aprimoramento do roteiro e da direção de arte. A ousadia do experimento garantiu autenticidade e força dramática ao o filme. O filme chega aos cinemas em fevereiro 2017 com distribuição da Vitrine Filmes.

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MULHER DO PAI RECEBE O PRÊMIO DA ABRACCINE DE MELHOR FILME NACIONAL DA 40a MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA

MULHER DO PAI

Filme de estreia da diretora Cristiane Oliveira chegará ao circuito em 2017

MULHER DO PAI, de Cristiane Oliveira, recebeu mais um prêmio: O filme foi o escolhido pela Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) como o melhor filme da 40aMostra Internacional de Cinema. Premiado também no Festival do Rio com os troféus de Melhor Direção e Melhor Fotografia e atriz coadjuvante, o longa conta a história de Ruben (Marat Descartes) e Nalu (Maria Galant), pai e filha que precisam reaprender a se relacionar após a morte da avó da menina.

Com estreia prevista para 2017, MULHER DO PAI é uma coprodução Brasil – Uruguai, produzido pela Okna Produções com a Transparente Filma e distribuído pela Vitrine Filmes. A parceria de sucesso com o país vizinho trouxe talentos uruguaios renomados internacionalmente, como o consultor de arte Gonzalo Delgado (diretor de arte do filme “Whisky”, de Pablo Stoll e Juan Pablo Rebella); o técnico de som Raúl Locatelli (“Luz Silenciosa”, de Carlos Reygadas); o diretor de produção Diego Fernandez (“Whisky”); a atriz Verónica Perrotta (“Whisky” e “Acné”, de Federico Veiroj); e o ator Jorge Esmoris (“Artigas: La Redota”, de César Charlone).

Primeiro longa-metragem de Cristiane Oliveira, o filme foi todo rodado no interior do Rio Grande do Sul na fronteira com o Uruguai, em uma vila de funcionários das estâncias de gado. Além de consertar estradas e fazer melhorias na região, a produção pôde proporcionar trabalho remunerado para as mulheres do local. Como a cidade vive basicamente da cultura do gado, que oferece pouco espaço para a mulher, muitas delas acabam se dedicando exclusivamente à casa e à família. As mulheres são uma constante na obra da diretora e roteirista, que realiza seu primeiro longa com protagonista feminina e conta com diversas mulheres nas funções chaves de equipe.

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FILMES FRANCESES EM CASA NO MÊS DE NOVEMBRO

Meu Rei

Do drama à comédia, as mais recentes produções francesas chegam às plataformas NOW, VIVO, iTunes e Google Play.

Isabelle Huppert, Gérard Depardieu, Julie Delpy, Emmanuelle Bercot, Léa Seydoux e Vicent Cassel são algumas das estrelas que desembarcarão nos serviços “on demand”a partir de novembro. Estes e outros astros do cinema protagonizam as melhores produções da França dos últimos anos, que estarão disponíveis nas plataformas.

Vencedora da Palma de Ouro de Melhor Atriz em Cannes 2015, Emmanuelle Bercot vive Tony em “Meu Rei”, de Maïwenn, disponível a partir de 24 novembro. Tony tenta se recuperar de uma grave lesão no joelho, que a impede de andar normalmente. Mas esta não é a sua maior dor: ela ainda amarga um relacionamento infeliz com Georgio (Vincent Cassel), homem violento e possessivo com quem tem um filho. Aos poucos Tony consegue se recompor e aprende a se defender.

Também selecionado para o Festival de Cannes em 2015, o drama “O Vale do Amor”, de Guillaume Nicloux,  traz a história de dois pais que resolvem realizar o último desejo do filho: encontrá-lo no Vale da Morte depois que ele cometeu suicídio. O longa, que traz Isabelle Huppert e Gérard Depardieu como protagonistas, estreia dia 17 de novembro. Ganhador dos prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Ator do Festival de Veneza em 2015, o drama “A Corte”, de Christian Vincent, disponível em 17 de novembro, traz Fabricio Luchini no papel de um juiz impiedoso e rígido que se vê numa cilada quando descobre que a jurada de um de seus casos é uma mulher por quem foi perdidamente apaixonado e que o abandonou.

Julie Delpy arrancará boas risadas na comédia que atua e dirige “Lolo: o Filho da Minha Namorada”, a partir do dia 10 de novembro. Ela dá a vida a Violette, uma produtora de moda de Paris acostumada com o glamour e a sofisticação do mundo fashion. Depois de alguns relacionamentos fracassados, ela resolve dar uma chance a Jean-René (Dany Boon), um técnico de informática do interior do país e sem muita cerimônia. Contrariando as expectativas, o namoro vai bem, para a infelicidade de Lolo (Vincent Lacoste), o filho mimado e enciumado de Violette que vai fazer de tudo para atrapalhar o romance da mãe.

Em “Viva a França!”, de Christian Carion, que estreia dia 10, o cenário é a França em 1940, quando as tropas alemãs estão prontas para invadir o país. Assustados com o progresso do inimigo, o povo de uma pequena vila decide desafiar as ordens do governo, deixando tudo para trás e à procura de rotas desconhecidas para se esconder da ameaça alemã.

Além das estreias de novembro, já estão disponíveis outros filmes franceses nas plataformas VoD, como “Meus Homens”, de Emma Luchini; “Nós ou Nada em Paris”, de Kheiron; “A Viagem de Meu Pai”, de Philippe Le Guay; “Os Cavaleiros Brancos”, de Joachim Lafosse; e “Francofonia: Louvre sob ocupação”, de Alexander Sokurov.

Serviço:

Lolo: O Filho da Minha Namorada (Lolo)
Data: 10/11
(NOW, VIVO, iTunes e Google Play)
Gênero: Comédia
Com Julie Delpy. Acostumada ao luxo do mundo fashion de Paris, uma produtora de moda inicia um relacionamento nada glamoroso com um programador de sistemas. Contrariando expectativas, eles se apaixonam, e o filho dela fará de tudo para acabar com o romance.
Valor: R$ 6,99 e R$ 11,90

Viva a França! (En Mai Fais Ce Qu’il Te Plaît
Data: 10/11 (NOW, VIVO, iTunes e Google Play)
Gênero: Drama
França 1940. Inicio da invasão alemã. Assustado com o progresso dos nazistas, o povo de uma pequena vila decide desafiar as ordens do governo. Deixam tudo para trás e desbravam rotas desconhecidas para se esconder da ameaça alemã.
Valor: R$ 6,99 e R$ 11,90

O Vale do Amor (Valley of Love)
Data de Estreia: 17/11
(NOW, VIVO, iTunes e Google Play)
Gênero: Drama
CANNES 2015: SELEÇÃO OFICIAL. Com Isabelle Huppert e Gérard Depardieu. Um jovem comete suicídio. Ele deixa uma carta aos pais pedindo que o encontrem no Vale da Morte. Os dois decidem cumprir o último desejo do filho.
Valor: R$ 6,99 e R$ 11,90

A Corte (L’hermine)
Data: 17/11 (NOW, VIVO, iTunes e Google Play)
Gênero: Drama
VENEZA 2015: MELHOR ROTEIRO E MELHOR ATOR. A vida de um juiz rígido e impiedoso se transforma radicalmente. A responsável é a jurada de um de seus casos: uma mulher por quem ele foi perdidamente apaixonado e que o abandonou.
Valor: R$ 6,99 e R$ 11,90

Meu Rei (Mon Roi)
Data: 24/11 (NOW, VIVO, iTunes e Google Play)
Gênero: Drama
CANNES 2015: MELHOR ATRIZ E SELEÇÃO OFICIAL. Com Vincent Cassel, Louis Garrel e Emmanuelle Bercot. Após um grave acidente, uma mulher reavalia sua tumultuada história de amor com seu marido.
Valor: R$ 6,99 e R$ 11,90

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CCBB apresenta a mostra PÉROLA NEGRA: RUTH DE SOUZA de 16 a 28 de novembro em São Paulo

CCBB apresenta a mostra PÉROLA NEGRA: RUTH DE SOUZA de 16 a 28 de novembro em São Paulo

A mostra Pérola Negra: Ruth de Souza acontece de 16 a 28 de novembro no CCBB São Paulo após realização no CCBB Brasília e CCBB Rio de Janeiro, entre agosto e setembro de 2016.

O projeto Pérola Negra busca a valorização de personalidades afro-descentes que marcaram a cultura e a história brasileira no século XX e começo do XXI. Para a primeira edição a homenageada será a atriz Ruth de Souza, que iniciou a carreira no Teatro Experimental do Negro, e se tornou referência para os atores negros. Primeira atriz negra a encenar um espetáculo no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (O Imperador Jones, de 1945), a protagonizar uma novela (A Cabana de Pai Tomás, de 1969) e a ser indicada para um prêmio internacional de cinema (o Volpi Cup no Festival de Veneza por sua atuação no filme Sinhá Moça, de 1953). A atriz abriu caminhos, lutou contra a discriminação e inseriu seu nome na galeria dos grandes atores de todos os tempos no País.

Com curadoria e idealização de Breno Lira Gomes, a mostra Pérola Negra: Ruth de Souza exibe 25 produções, entre cinema e televisão. Entre os destaques da programação estão: Falta Alguém no Manicômio, primeiro trabalho de Ruth de Souza no cinema (o filme tem Oscarito no elenco); Também Somos Irmãos, primeiro longa com o amigo Grande Otelo; O Mistério da Ilha de Vênus/Macumba Love, produção norte-americana de terror; Caso verdade: Quarto de Despejo, adaptação para a televisão da obra da Carolina Maria de Jesus; até sua recente participação como entrevistada no programa Espelho, apresentado por Lázaro Ramos; passando pelo longa Sinhá Moça que lhe rendeu fama internacional; o sucesso brasileiro O Assalto ao trem pagador, e chegando ao seu recente  trabalho no cinema: Filhas do vento, pelo qual ganhou com Léa Garcia o Kikito de melhor atriz do Festival de Gramado.

Ruth de Souza, hoje com 95 anos e mais de 70 anos de carreira, é pioneira na conquista por espaços nos palcos e nas telas para os atores negros. Toda uma nova geração de novos atores negros, como Lázaro Ramos, Camila Pitanga e Fabrício Boliveira, reconhecem a importância da atriz na visibilidade do negro junto à cultura brasileira. A conquista de atores negros como protagonistas de peças de teatros, filmes e produções de TV se deve, em parte, às conquistas da homenageada neste processo de transformação.

A Mostra também terá uma programação de debates e uma aula magna.

Debates

Dia 17 de novembro, às 19h30, será realizado o debate: Ruth de Souza e o cinema brasileiro, com a biógrafa da atriz, Maria Ângela de Jesus, o cineasta Jeferson De e mediação da jornalista Maria do Rosário.

Dia 19 de novembro, às 15h, o debate: Ruth de Souza e Carolina Maria de Jesus, contando com a presença de Vera Eunice de Jesus, filha de Carolina Maria de Jesus, o jornalista Audálio Dantas e a mediação do curador da mostra Breno Lira Gomes.

Os debates têm entrada franca, com distribuição limitada de senhas uma hora antes do início. As vagas são limitadas.

 

Aula Magna

Dia 26 de novembro, às 15h, o pesquisador Maurício R. Gonçalves, ministra a aula magna com o tema O negro no cinema brasileiro.

Entrada franca, com distribuição limitada de senhas 1 hora antes do encontro.

 

Sobre a Ruth

Ruth de Souza se interessou pela arte de atuar muito cedo, quando frequentava récitas no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Quando descobre o Teatro Experimental do Negro, grupo liderado por Abdias do Nascimento, se junta a eles e estreia em 8 de maio de 1945 no palco do Municipal o espetáculo O Imperador Jones, de Eugene O’Neill. Desacreditada no começo, já que atores negros não conseguiam bons papéis no teatro e no cinema, Ruth de Souza quebrou barreiras e abriu caminho para muitos que vieram depois dela.

Estudou teatro nos Estados Unidos durante um ano e quando voltou fez sua estreia no cinema com o filme TERRA VIOLENTA, adaptação de Terras do sem fim, de Jorge Amado que a indicou para o papel. A partir daí não parou mais e sua carreira se concentrou no cinema. Trabalhou nas três companhias cinematográficas da época: Atlântida, Maristela e Vera Cruz. Com o amigo de toda vida, Grande Otelo, fez TAMBÉM SOMOS IRMÃOS, produção da Atlântida. Mas é na Vera Cruz que Ruth de Souza vê sua estrela brilhar. Atriz contratada da Companhia, participa de CANDINHO, ÂNGELA, TERRA É SEMPRE TERRA e SINHÁ MOÇA. Por esse último torna-se a primeira atriz brasileira a receber uma indicação em um festival de cinema internacional: o Leão de Ouro do Festival de Veneza, em 1954.

No cinema foram mais de 30 filmes. Entre eles ASSALTO AO TREM PAGADOR, RAVINA, FRONTEIRAS DO INFERNO, JUBIABÁ e FILHAS DO VENTO, seu último trabalho no cinema.

O projeto PÉROLA NEGRA pretende acontecer de dois em dois anos. A ideia é a cada edição homenagear um ator, atriz ou cineasta negro com uma retrospectiva dos seus trabalhos. E para a primeira edição nada mais justo que a homenageada seja a pioneira Ruth de Souza, que em 2015 comemorou 70 anos de carreira. A curadoria é do jornalista e produtor Breno Lira Gomes.

A mostra PÉROLA NEGRA: RUTH DE SOUZA exibirá os s seguintes filmes e programas de televisão:

Falta Alguém no Manicômio (J. C. Burle) – 90 min

Também Somos Irmãos (J. C. Burle) – 85 min

Ângela (Tom Payne) – 90 min

Terra é Sempre Terra (Tom Payne) – 95 min

Sinhá Moça (Tom Payne) – 120 min

Candinho (Abílio Pereira de Almeida) – 95 min

Quem Matou Anabela? (D. A. Hamza) – 95 min

Bruma Seca (Mario Civelli) – 87 min

A Morte Comanda o Cangaço (Carlos Coimbra) – 108 min

O Assalto ao Trem Pagador (R. Farias) – 102 min

Filhas do Vento (Joel Zito Araújo) – 85 min

Pureza Proibida (Alfredo Sternheim) – 104 min

Osso, Amor e Papagaio (Cesar Memolo e Carlos A. de Souza) – 102 min

Ana, a Libertina (Alberto Salvá) – 89 min

Favela (Armando Bo) – 90 min

Macumba Love / O mistério da ilha de Vênus (Douglas Fowley) – 86 min

Ladrões de Cinema (F. Coni Campos) – 127 min

Jubiabá (Nelson Pereira dos Santos) – 107 min

A negação do Brasil (Joel Zito Araújo) – 95 min

Abdias, um brasileiro do mundo (Aída Marques) – 95 min

Damas da TV – Ruth de Souza (Hermes Frederico) – 21 min

Espelho apresentado por Lázaro Ramos  – 27 min

Heróis de todo mundo – Episódio Carolina de Jesus – 2 min

Favela – A vida na pobreza (Christa Gottman-Elter) – 19 min

Caso Verdade – Quarto de despejo – 100 min

Sobre Breno Lira Gomes – idealizador e curador

Jornalista e produtor cultural, com passagens pelo curso de cinema da UNESA, pelo Ponto Cine e pela Mostra Geração do Festival do Rio. É curador do festival Curta Cabo Frio. Assinou a curadoria e coordenação geral das mostras El Deseo – O apaixonante cinema de Pedro Almodóvar; Cacá Diegues – Cineasta do Brasil; A luz (imagem) de Walter Carvalho e Simplesmente Nelson, O maior ator do Brasil – 100 anos de Grande Othelo, todas realizadas na Caixa Cultural. É produtor executivo da mostra Os Melhores Filmes do Ano ACCRJ desde 2010. Foi produtor executivo das mostras Dario Argento e seu mundo de horror, James Dean – Eternamente jovem, Irmãos Coen – Duas mentes brilhantes, Filmes à Mesa, Claudio Pazienza – O encontro que nos move, Neville D’Almeida – Cronista da beleza e do caos, Cine Doc Fr – Mostra de Cinema Documentário Francês Contemporâneo, Carlos Reichenbach – O cinema de autor brasileiro, George A. Romero – A crônica social dos mortos vivos, Luís Buñuel – Vida e obra, Cine Uruguai, O Cinema de Murilo Salles e do curso Questão de Crítica. Coordenou a produção das mostras John Waters – O papa do trash, Jornada nas Estrelas: Brasil – A fronteira final, David Lynch – O lado sombrio da alma, Cine Literário e do Curso de Crítica Cinematográfica com Mario Abbade. Além de fazer a produção local das mostras Retrospectiva Carlos Hugo Christensen e Jean-Luc Cinema Godard.

 

“O que sempre me moveu foi a paixão pelo cinema, pelo teatro,

além de muita força de vontade e determinação.”

Ruth de Souza

 

 

Serviço:

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Rua Álvares Penteado, 112 – Centro

De 16 a 28 de novembro

Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h.

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada).

*algumas sessões são gratuitas (assinaladas na programação abaixo)

Telefone CCBB: (11) 3113-3651

 

Programação São Paulo

16 de novembro, quarta-feira

ENTRADA FRANCA 15h – Damas da TV – Ruth de Souza  – 21 min

Heróis de todo mundo – Episódio Carolina de Jesus – 2 min

Favela – A vida na pobreza  – 19 min

Espelho – 27 min

17h – Terra é Sempre Terra – 95 min

19h30 – Também Somos Irmãos – 85 min

17 de novembro, quinta-feira

15h – Falta Alguém no Manicômio – 90 min

17h – Sinhá Moça – 120min

ENTRADA FRANCA 19h30 – Debate Ruth de Souza e o cinema brasileiro

 

18 de novembro, sexta-feira

15h – Osso, Amor e Papagaio – 102 min

17h – Candinho – 95 min

19h30 – Quem Matou Anabela? – 95 min

 

19 de novembro, sábado

13h – Ângela – 90 min

ENTRADA FRANCA 15h – Debate Ruth de Souza e Carolina Maria de Jesus: o encontro

ENTRADA FRANCA 17h – Caso Verdade: Quarto de despejo – 100 min

19h30 – O Assalto ao Trem Pagador – 102 min

20 de novembro, domingo

13h – Bruma Seca – 87 min

15h – Pureza Proibida –104 min

ENTRADA FRANCA  17h20 – Ana, a Libertina – 89 min

19h30 – A Morte Comanda o Cangaço – 108 min

 

21 de novembro, segunda-feira

15h – Abdias, um brasileiro do mundo – 95 min

17h – A negação do Brasil – 95 min

19h30 – Filhas do Vento – 85 min

 

23 de novembro, quarta-feira

15h – Favela – 90 min

17h – Quem Matou Anabela? – 95 min

19h30 – Ladrões de Cinema – 127 min

24 de novembro, quinta-feira

15h – A Morte Comanda o Cangaço – 108 min

17h15 – Ângela – 90 min

19h30 – Jubiabá – 107 min

25 de novembro, sexta-feira

15h – Também Somos Irmãos – 85 min

17h – Bruma Seca – 87 min

19h30 – Sinhá Moça – 120min

26 de novembro, sábado

13h – Filhas do Vento – 85 min

ENTRADA FRANCA 15h – Master class O negro no cinema brasileiro

17h – O Assalto ao Trem Pagador – 102 min

19h30 – O Mistério da Ilha de Vênus (Macumba Love) – 86 min

 

27 de novembro, domingo

ENTRADA FRANCA 13h15 – Damas da TV – Ruth de Souza  – 21 min

Heróis de todo mundo – Episódio Carolina de Jesus – 2 min

Favela – A vida na pobreza  – 19 min

Espelho – 27 min

15h – Falta Alguém no Manicômio – 90 min

17h – Candinho – 95 min

19h30 – Osso, Amor e Papagaio – 102 min

28 de novembro, segunda-feira

16h – Terra é Sempre Terra – 95 min

Filmes e programas de televisão na mostra:

Filmes

Falta Alguém no Manicômio – Comédia Romântica. André e Maria Luisa apaixonam-se numa viagem de navio para o Rio de Janeiro. André oferece sua casa para hospedá-la, porém a moçoila polidamente recusa. Na casa de André há vários parentes um tanto quanto… Psicóticos. Sem um lugar para ficar, Maria Luisa arrepende-se e lança mão do contato do rapaz, aceitando enfim o convite dele. As confusões são inúmeras, com André e Maria Luisa quase sendo internados, porém o amor dos dois a tudo supera. Até a loucura.

Direção: José Carlos Burle

Elenco: Oscarito, Modesto de Souza, Vera Nunes, Sérgio de Oliveira, Ruth de Souza

Ano de exibição: 1948

Beta SP – P&B – 90min

Também Somos Irmãos–Drama. Viúvo sem filhos decide adotar quatro crianças: duas brancas e duas negras. O tempo acaba criando conflitos inevitáveis para estes irmãos involuntários. Problemas racistas, inclusive, o que pode conduzir tudo a uma grande tragédia.                                                                                                                                                                               Direção: J.C. Burle

Elenco: Vera Nunes, Grande Otelo, Aguinaldo Camargo, Ruth De Souza

Ano de exibição: 1949

Beta SP – P&B – 85min

Ângela – Premiado drama romântico baseado no conto “Sorte no Jogo”, de E.T.A. Hoffmann (o alemão Ernst Theodor Amadeus Wilhelm Hoffmann). Jogador inveterado arrebanha uma propriedade no carteado e acaba apaixonando-se pela filha do antigo proprietário (a Ângela do título). O problema é abandonar sua outra paixão: o jogo.

Direção: Tom Payne e Abílio Pereira de Almeida

Elenco: Eliane Lage, Alberto Ruschel, Inezita Barroso, Mário Sérgio, Ruth de Souza

Ano de exibição: 1951

Beta SP – P&B – 90min

Terra é Sempre Terra – Drama baseado na peça Paiol Velho, de Abílio Pereira de Almeida (também autor do roteiro). Conta a história de Tonico, um capataz a desprezar sua esposa mais jovem. Durante um jogo de cartas Tonico terá a oportunidade de ganhar a própria fazenda em que trabalha.

Direção: Tom Payne

Elenco: Marisa Prado, Abílio Pereira de Almeida (Tonico), Mário Sérgio, Ruth de Souza

Ano de exibição: 1951

DVD – 95min

Sinhá Moça – Drama escravista baseado no romance homônimo de Maria Dezonne Pacheco Fernandes. Virou telenovela duas vezes (1986 e 2006). De um tempo em que a Cia de cinema Vera Cruz, em nada ficava a dever para as grandes produtoras mundiais. A abolicionista conhecida como Sinhá Moça regressa às terras de seu pai, o poderoso Coronel Ferreira, depois de completar seus estudos na capital (São Paulo). Ela conhece Rodolfo Fontes e à beira de enamorar-se, tem uma grande decepção: seu amor simpatiza com ideais escravocratas. Contudo o ano é 1888. A escravidão está findando…

Direção: Tom Payne

Elenco: Eliane Lage, Anselmo Duarte, Ruth de Souza, Abílio Pereira de Almeida, Renato Consorte, Eugênio Kusnet

Ano de exibição: 1953

Beta Digital – P&B – 120min

Candinho – Comédia estrelada pelo célebre ‘Jeca’, Amácio Mazzaroppi. Baseada no conto Cândido, ou O Otimismo, de Voltaire. Em 1926, um bebê achado nas águas sujas de um riacho, é adotado por um rico coronel, até então sem filhos. O problema é que, ao ser pai de gêmeos o milionário relega Candinho à importância de simples empregado. 20 anos depois, já adulto, o rapaz tem um flerte com a filha do coronel e é expulso. Em suas andanças ele revê amigos, conhece outros e quem sabe reviverá o grande amor?

Direção: Abílio Pereira de Almeida

Elenco: Mazzaropi, Marisa Prado, Ruth de Souza, Adoniran Barbosa

Ano de exibição: 1954

Beta Digital – P&B – 95min

Quem Matou Anabela? – Suspense policial com pitadas sutis de humor e final surpreendente. Uma bela bailarina, amada por homens e odiada pelas mulheres, é assassinada.

Um comissário fica encarregado do caso e começa a entrevistar as pessoas ligadas à vítima. O problema é que de acordo com cada depoimento, Anabela parece se modificar e o mistério se adensa. Afinal, quem matou Anabela?

Direção: D.A. Hamza

Elenco: Procópio Ferreira, Carlos Zara, Ruth de Souza, Jayme Costa, Nydia Lícia

Ano de exibição: 1956

DVD – P&B – 95min

Osso, Amor e Papagaios – Comédia adaptada do conto “A nova Califórnia” de Lima Barreto. Prefeito corrupto de uma pequena cidade decide dar uma festa comemorando o fato de que há dez anos, não morre ninguém por lá. O problema é que começa a morrer gente. E de causas naturais. O tumulto aumenta com a chegada do forasteiro misterioso Raimundo Flamel.

Direção: Carlos Alberto de Souza Barros e César Memolo

Elenco: Jaime Costa, Modesto de Souza, Wilson Grey, Ruth de Souza, Renato Consorte

Ano de exibição: 1957

16mm – P&B – 102min

Macumba Love / O Mistério da ilha de Vênus – Terror. Coprodução Brasil-EUA (“Macumba Love” é o título original). O filme começa com uma espécie de apelo por escrito que diz: “A direção pede que os telespectadores façam 15 segundos de silêncio em respeito àqueles que morreram depois de assistir a este filme”. Um especialista em investigar falsos feiticeiros vem ao Brasil tratar com certo culto vodu. Surpresas e mortes o aguardam.

Direção: Douglas Fowley

Elenco: Cléa Simões, June Wilkinson, Pedro Paulo Hatheyer, Ruth de Souza

Ano de exibição: 1960

DVD – Cor – 86min

Favela – Drama e música. Belíssima moradora da favela desce o morro (no tempo em que as favelas eram só localizadas no alto de morros) e vai tentar a vida artística no asfalto. Uma coprodução Brasil-Argentina.

Direção: Armando Bo

Elenco: Isabel Sarli, Jece Valadão, Ruth de Souza, Moacyr Deriquém

Ano de exibição: 1961

35mm – P&B – 90min

Bruma Seca – Aventura. A bruma seca do título é isso mesmo. Uma pequena aldeia na região centro-oeste brasileira sofre de uma névoa de poeira devido à falta de chuvas, o que atrapalha o desemprenho de pequenas aeronaves. Um casal de turistas tem bastante interesse de chegar até uma mina de cristal, mas um grupo de garimpeiros se opõe.

Direção: Mário Civelli e Mario Brasini

Elenco: Luigi Picchi, Ruth de Souza, Mario Brasini, Adoniran Barbosa

Ano de exibição: 1961

DVD – Cor – 87min

A Morte Comanda o Cangaço – Western da Caatinga. Nos sertões cearenses, pacato fazendeiro vive com a mãe quando vê suas terras sendo invadidas por um bando de cangaceiros. Negando-se a dar dinheiro aos criminosos, a mãe do rapaz é covardemente assassinada, tendo sua cabeça fincada no alto de um toco. Arrasado, o jovem finge-se de morto para em seguida buscar a devida vingança.

Direção: Carlos Coimbra e Walter Guimarães Motta

Elenco: Alberto Ruschel, Ruth de Souza, Aurora Duarte, Edson França

Ano de exibição: 1960

DVD – Cor – 108min

O Assalto ao Trem Pagador – Premiadíssimo drama policial baseado em fatos. O bando de Tião Medonho se organiza para praticar o assalto em questão. Na verdade sob as ordens de um tal de Grilo. Apesar de o esquema funcionar a contento, com o tempo coisa toda dá errado e os menos favorecidos são os primeiros a se dar mal.

Direção: Roberto Farias

Elenco: Reginaldo Faria, Grande Otelo, Eliezer Gomes, Jorge Dória, Ruth de Souza

Ano de exibição: 1962

35mm – P&B – 102min

Favela – A vida na pobreza ou Favela, Das Leben in Armut– Documentário alemão praticamente inédito no Brasil, descoberto pelo Instituto Moreira Salles, no interior da Alemanha. Carolina Maria de Jesus é convidada a encenar o que havia descrito em seu livro Quarto de Despejo. Somos assim conduzidos ao universo da escritora que catava papel, revirava as latas de lixo e fazia o que podia para enfrentar a pobreza e alimentar os filhos.

Direção: Christa Gottmann-Elter

Partícipe: Carolina Maria de Jesus

Ano de produção: 1971

DVD – Cor – 19min

Pureza Proibida–A bela Rossana Ghessa protagoniza este drama baseado na peça A Branca e o Negro, de Monah Delacy, sobre uma noviça apaixonada por um afrodescendente praticante de cultos religiosos africanos.

Direção: Alfredo Sternheim

Elenco: Rossana Ghessa, Zózimo Bulbul, Carlo Mossy, Ruth de Souza, Monah Delacy

Ano de exibição: 1974

DVD – Cor – 104min

Ana, a Libertina – Drama policial. Jovem assassinada tem o crime investigado por um ex-caso amoroso seu. Aparentemente o marido é culpado, porém uma confissão determinará uma drástica mudança de rumo nas investigações.

Direção: Alberto Salvá

Elenco: Marília Pêra, Daniel Filho, Edson França, José Wilker, Stênio Garcia, Ruth de Souza

Ano de exibição: 1975

Bluray – Cor – 89min

Ladrões de Cinema – “Dramédia” e mais uma daquelas “declarações de amor ao cinema”. Durante o carnaval carioca, equipe cinematográfica tem seu equipamento roubado. Na favela, os ladrões resolvem filmar eles mesmos, algo sobre a Inconfidência Mineira, enquanto somente um membro do bando quer vender o butim e dividir o dinheiro.

Direção: Fernando Coni Campos

Elenco: Wilson Grey, Grande Otelo, Milton Gonçalves, Antonio Pitanga, Ruth de Souza

Ano de exibição: 1977

35mm – Cor – 127min

Jubiabá – Drama romântico baseado em romance homônimo de Jorge Amado. Coprodução França-Brasil. Criado por um homem muito rico,  garoto de origem muito pobre apaixona-se pela filha do ricaço. Vigiados pela empregada preconceituosa, o romance dos jovens é revelado. Espancado e expulso de casa, o garoto vira um verdadeiro malandro das ruas, porém seu amor jamais será esquecido.

Direção: Nelson Pereira dos Santos

Elenco: Grande Otelo, Catherine Rouvel, Betty Faria, Ruth de Souza, Françoise Goussard

Ano de exibição: 1987

35mm – Cor – 107min

A negação do Brasil – Documentário baseado no livro A Negação do Brasil – o negro na telenovela brasileira, de Joel Zito Araújo, trazendo à baila, a luta dos atores negros brasileiros em busca de um lugar ao sol. Emocionantes depoimentos de grandes astros de nosso cinema.

Direção: Joel Zito Araújo

Partícipes: Milton Gonçalves, Ruth de Souza, Léa Garcia, Zezé Motta, Maria Ceiça.

Ano de exibição: 2000

DVD – Cor/P&B – 95min

Filhas do Vento – Drama beirando o lirismo. O racismo atinge diretamente uma família numerosa de mulheres. Velhos fantasmas vêm à tona, aumentando ainda mais a atmosfera sutil e dramática.

Direção: Joel Zito Araújo

Elenco: Taís Araújo, Léa Garcia, Ruth de Souza, Milton Gonçalves, Thalma de Freitas

Ano de exibição: 2005

35mm – Cor – 85min

Abdias, um brasileiro do mundo – Documentário. Nomes fundamentais da cultura brasileira passeiam, em debates, conversas e cenas, pela trajetória multifacetada de Abdias Nascimento, o homem que, aos 97 anos, morreu como um dos maiores nomes da causa negra no Brasil. Sua trajetória fez dele um fundador, um revolucionário, um monumento à luta política e, sobretudo, um artista.

Direção: Aída Marques

Partícipes: Abdias do Nascimento, Ruth de Souza, Léa Garcia, Zózimo Bulbul, Hilton Cobra, Haroldo Costa, MV Bill                                                                                                                     Ano de exibição: 2011

DVD – Cor – 95min

Programas de televisão

Caso Verdade: Quarto de despejo – Drama. Compilação de episódios da série de TV

Caso Verdade, baseado no livro Quarto de Despejo, grande sucesso de Carolina Maria de Jesus e já levado ao cinema em 1971, na forma de documentário (V. Favela, A vida na pobreza). A história da autora, da miséria à riqueza e seu sucesso literário.

Apresentação: Zé Capeta

Com: Ruth de Souza

Ano de exibição: 1983

DVD – Cor – 100min

Heróis de todo mundo: Carolina Maria de Jesus – Ruth de Souza – Com uma linguagem ficcional que mistura elementos documentais, cada interprograma desta série relata a vida de uma personalidade negra já falecida, ressaltando sua importância nos cenários cultural, histórico, político ou científico do Brasil. A biografia deste personagem ganha corpo através de encenação, feita por uma celebridade viva que tenha sido, de forma subjetiva, influenciada pela vida ou trabalho desta figura histórica. São postos em cena, portanto, dois heróis por episódio. O projeto é uma parceria entre Canal Futura, Cidan, Seppir, TV Globo, Fundação Roberto Marinho e Petrobras. O episódio a ser programado tem a atriz Ruth de Souza encenando a vida e obra de Carolina Maria de Jesus, catadora de papel que se tornou escritora publicada em mais de 15 idiomas.

Direção: Luiz Antônio Pilar.

Elenco: Ruth de Souza

Ano de exibição: 2010

DVD – Cor/P&B – 2min

Damas da TV: Ruth de Souza – Programa idealizado por Hermes Frederico e veiculado no Canal a cabo Viva, que registrou o depoimento de 23 atrizes brasileiras, entre elas, Ruth de Souza. No referido episódio a atriz fala do começo da carreira no teatro, do sucesso no cinema e de suas participações nas telenovelas.

Idealização: Hermes Frederico

Partícipe: Ruth de Souza

Ano de exibição: 2014

DVD – Cor/P&B – 21min

Espelho – Programa apresentado e dirigido pelo ator Lázaro Ramos. Nesse episódio, todo dedicado à atriz Ruth de Souza, o ator a visita em Laranjeiras para um papo sobre carreira, vida e lutas contra preconceito e racismo.

Direção: Lázaro Ramos

Partícipes: Ruth de Souza e Lázaro Ramos

Ano de exibição: 2011

DVD – Cor – 27min

Serviço:

 

Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo

Mostra Pérola Negra: Ruth de Souza

Data: De 16 a 28 de novembro de 2016

Rua Álvares Penteado, 112, Centro

01012-000 São Paulo – SP

Telefone: (11) 3113-3651/3652

Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Funcionamento: de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h

Notícias

BrLab anuncia projetos vencedores de 2016

31 de outubro de 2016
6ª BrLab

Única plataforma no Brasil voltada ao aprimoramento de projetos cinematográficos  em desenvolvimento brasileiros e estrangeiros divulga os vencedores da edição 2016

BrLab – laboratório de desenvolvimento de projetos audiovisuais, desenvolvido pela Klaxon Cultura Audiovisual e realizado em parceria com a Spcine e com a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, anuncia os vencedores  da 6ª edição do laboratório, que aconteceu entre 21 e 28 de outubro de 2016, no período de realização da 40a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, evento que apoia institucionalmente o laboratório desde 2013 junto com a ANCINE – Agência Nacional do Cinema.

Premiados

Prêmio Aquisição Figa/Br
Vento Seco
Diretor Daniel Nolasco
Produtor Thiago Yamachita Costa

Prêmio Aquisição Vitrine Filmes
Teia
Diretora Leonor Noivo
Produtor João Matos

Prêmio Cinéma en Développment
Sábado Morto
Diretor Leonardo Lacca
Produtor Kika Latache

Prêmio de Mentoria do Tribeca Film Institute
Ave y Nada
Diretor Jose Antonio Cordero
Produtora Alejandra Sanchez

Livramento
Diretora Lilah Halla
Produtora Clarissa Guarilha

Susan Carne e Osso
Diretora Lia Kalakaukas
Produtor Paulo Serpa

Miami Film Festival
Adeus Alma Selvagem
Diretora Nathalia Tereza
Produtores Andy Malafaia, Luiza Favale e Mayra Lucas

Os prêmios

Prêmio Aquisição Figa/Br

A FiGa Films é uma produtora, distribuidora e agência de vendas internacionais. Seu acervo em constante crescimento conta com filmes premiados, reconhecidos pela crítica, e que estreiam nos melhores festivais do mundo – como Pelo Malo, ganhador da Concha de Ouro no Festival de San Sebastián em 2013.

Fundada em 2006, a FiGa logo se constituiu como uma voz verdadeiramente independente para o que há de melhor na produção audiovisual no mundo, com foco especial na América Latina. Relações duradouras com um enfoque pessoal são fundamentais no trabalho de seus cofundadores, Alex Garcia e Sandro Fiorin.

A missão da FiGa é selecionar e adquirir os direitos de projetos de documentário e/ou ficção com relevância social e de diretores em ascensão para licenciá-los internacionalmente. Como coprodutora, seu primeiro filme, Verano de Goliat, de Nicolas Pereda (México, 2010), ganhou o Leão de Ouro em Veneza. Cinema Novo (Brasil, 2016), Melhor Documemntario em Cannes, e A cidade onde envelheço (Brasil/Portugal, 2016) Melhor Filme em Brasilia e Biarritz, são alguns dos titulos mais recentes representados pela empresa.

O Prêmio Aquisição FiGa/Br será concedido a um dos projetos brasileiros participantes do BrLab 2015 com maior potencial para o mercado internacional. Em 2015, o prêmio foi concedido a O filho plantado, de Thais Fujinaga.

Prêmio Aquisição Vitrine Filmes

Fundada em 2010 por Silvia Cruz, a Vitrine Filmes é uma empresa dedicada principalmente à distribuição de filmes brasileiros, buscando a valorização do cinema nacional e do cinema independente mundial, através dos seus títulos internacional.

Foi responsável por grandes lançamentos, como o de O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, vencedor de diversos prêmios no Brasil e no mundo, incluindo Festival de Gramado, Festival do Rio e Mostra de São Paulo. O filme atingiu mais de 95 mil espectadores, foi indicado brasileiro ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e ficou em cartaz por mais de 6 meses nas salas de cinema do Brasil, Frances Ha, de Noah Baumbach, filme de co-produção brasileira e Americana que teve a atriz principal, Greta Gerwig concorrendo ao Globo de Ouro de Melhor Atriz e Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, dirigido por Daniel Ribeiro e inspirado no curta Eu Não Quero Voltar Sozinho. O filme ganhou o Urso de Cristal na 58ª Berlinale, além de diversas outras premiações, e fez um excelente caminho pelas salas de cinema do Brasil, ultrapassando os 200.000 espectadores. Em 2016 lançou o filme Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert,  Aquarius, que teve sua estreia na competição oficial do Festival de Cannes e que já ultrapassou 300.000 espectadores em salas de cinema no Brasil e Cinema Novo, de Eryk Rocha, que ganhou o premio máximo na seção de documentários também em Cannes deste ano.

Já confirmados no catálogo dos próximos anos, a Vitrine Filmes conta com os próximos filmes de Charly Braun (de Além da Estrada), Eliane Caffe (Narradores de Javé), Sérgio Machado (Cidade Baixa) além de mais outros 30 títulos dos mais variados diretores brasileiros.

A Vitrine Filmes reafirma seu compromisso com o cinema latino-americano ao apoiar o BrLab pelo quinto ano consecutivo, através da concessão de um prêmio aquisição a um projeto estrangeiro participante das atividades. Em 2015, o projeto vencedor do Prêmio Aquisição Vitrine Filmes foi El estudiante de cine, de Agustín Godoy. 

Prêmio Cinéma en Développment

O Cinéma en Développement é um espaço desenhado como um local de encontros entre profissionais da América Latina e da Europa, e não tem o intuito de se caracterizar como mercado. O objetivo da plataforma é que profissionais que desejem descobrir talentos e projetos interajam com produtores e diretores que estejam desenvolvendo algum filme e queiram criar ou fortalecer sua rede de contatos profissionais.

O Cinélatino Rencontres de Toulouse e o BrLab uniram-se, desde 2013, com o objetivo dar continuidade em Toulouse ao trabalho de apoio a diretores e produtores brasileiros cujo projeto tenha sido selecionado conjuntamente. Desde então os projetos “Paterno” (2013), “A morte habita à noite” (2014), “O Filho Plantado” (2015) foram os selecionados a participar do programa.

Esta aliança pretende manter na Europa a dinâmica de formação e de apoio iniciada na América Latina, e com isso permitir que um dos projetos participantes se beneficie de um programa personalizado, com apresentação de seu projeto nos “1-to-1” do Cinéma en Développement, encontros com profissionais relevantes da indústria, estudos de casos, e acesso às projeções do Cinéma en Construction.

O Cinéma en Développement terá lugar no marco da plataforma profissional do Cinélatino 29º Rencontres de Toulouse (17 a 26 de março de 2017). A participação dos profissionais brasileiros vinculados ao projeto selecionado contará também com o apoio da ANCINE – Agência Nacional de Cinema. Em 2015, o prêmio do Cinéma en Développment foi concedido a O Filho Plantado, Thaís Fujinaga.

Prêmio de Mentoria do Tribeca Film Institute

O Tribeca Film Institute vai selecionar três projetos com história internacionais envolventes e apoiá-los através de mentoria via Skype. Através destas sessões de mentoria, o TFI fornecerá feedback a respeito do projeto  e também do pitch, além de oferecer orientação voltada à expandir o alcance do filme dentro da indústria norte-americana. O Tribeca Film Institute é uma organização sem fins lucrativos que atua o ano inteiro, capacitando cineastas e artistas de comunidades menos favorecidas e apoiando sua inserção na indústria do entretenimento. 

Miami Film Festival

Celebrando a sua 34a edição, entre os dias 3 e 17 de março de 2017, o Festival de Cinema de Miami, do Miami Dade College, é considerado o festival mais importante para o cinema iberoamericano nos Estados Unidos, e uma plataforma de lançamento para documentários e ficções internacionais. O festival, o único de cinema internacional sediado em uma universidade, é anual, produzido e apresentado pelo Miami Dade College, e atrai mais de 60 mil espectadores e mais de 400 realizadores, produtores, atores e profissionais do audiovisual. Nos últimos cinco anos, o festival exibiu filmes de mais de 60 países, incluindo 300 estreias mundiais, norteamericanas, estadunidenses e na costa oeste dos Estados Unidos. Anualmente o Festival concede mais de 70 mil dólares em prêmios para as sessões competitivas.

O foco especial do festival no cinema iberoamericano tem feito do evento uma plataforma natural para o descobrimento de novos talentos desse território tão diverso e heterogêneo. O festival também oferece oportunidades educacionais únicas para os estudantes de cinema e a comunidade local em geral. No mês de outubro, o Festival de Cinema de Miami organiza um festival de outono, o GEMS, que apresenta os filmes de maior relevância da temporada.

As iniciativas voltadas à indústria incluem sediar em Miami o o Mercado de Cinema Francês, organizado pela Unifrance, um programa de seminários focados na desigualdade de gênero e raça na indústria cinematográfica, numa parceria com a Google, e Encuentros, uma competição para filmes em pós-produção que outorga um prêmio de 10 mil dólares.

O Festival de Cinema de Miami concederá um prêmio que viabilize a um dos projetos participantes sua  continuidade e desenvolvimento, e traçará, em sua próxima edição, metas para fortalecer os laços internacionais. O Festival disponibilizará estadia de 3 (três) noites no hotel sede do Festival, em Miami, e uma acreditação de Indústria para o produtor do projeto selecionado.

Sobre o BrLab

Criado em 2011, o BrLab é uma atividade desenvolvida pela Klaxon Cultura Audiovisual, realizada com a Spcine e a Prefeitura de São Paulo e com apoio institucional da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, do Instituto Cervantes –São Paulo e da ANCINE –Agência Nacional do Cinema. O BrLab conta, ainda, com o apoio da FiGa/Br, da Vitrine Filmes, do Sesc SP, do Programa Cinema do Brasil, da LatAm Cinema, do Festival Rencontres Cinémas d’Amérique Latine de Toulouse (Cinéma en Développement), da Embaixada da França em São Paulo, da Recam (Reunião Especializada de Autoridades Cinematográficas e Audiovisuais do Mercosul) e da Revista de Cinema.

Para saber mais acesse: www.lab-br.com.br.

ntar as centenas de produções atendidas pela São Paulo FilmCommission, escritório que autoriza filmagens na cidade, e a criação do Circuito Spcine, rede de salas públicas de cinema.

Notícias

Mostra de Filmes BrLab | De 2 a 14 de novembro no CCBB SP

6ª BrLab

O BrLab, laboratório de desenvolvimento de projetos audiovisuais, realiza, de 2 a 14 de novembro no CCBB SP, a Mostra de Filmes BrLab, que leva ao cinema filmes que participaram das outras cinco edições do projeto.

Esta primeira mostra reúne 12 produções brasileiras e latino-americanas que passaram pelo laboratório quando ainda se encontravam em fase de desenvolvimento de roteiro e financiamento e agora estão completamente finalizadas.

Da edição de 2011, serão exibidos “O Lobo Atrás da Porta”, de Fernando Coimbra; “Amor, Plástico e Barulho”, de Renata Pinheiro; “Depois da Chuva”, de Marília Hughes e Claudio Marques; “La Vida Después”, de David Pablos; “La Casa Más Grande Del Mundo”, de Ana V. Bojorquez e “Zanahoria”, de Enrique Buchichio. “Sinfonia da Necrópole”, de Juliana Rojas; “Camino de Campana”, de Nicolás Grosso; “Clever”, de Federico Borgia e “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade participaram do BrLab em 2012 e “El Soñador”, de Adrián Saba, em 2013.

Além disso, como complemento de programação, serão exibidos outros filmes que exemplificam o trabalho de quatro laboratórios convidados – “Laboratório Histórias SESC-SP”, “Programa de Fomento e Formação Documental – Histórias que Ficam”, “AustraLab” (Valdivia, Chile) e “Bolivia Lab” (La Paz, Bolívia) – a se apresentarem em mesas de debates durante a mostra.

Desta forma, além de reunir e exibir os filmes, alguns deles na presença de seus diretores e produtores, o evento promoverá a reunião de gestores de outros laboratórios análogos no Brasil e na América Latina de igual importância para debater o impacto que esses programas de capacitação e desenvolvimento de projetos têm nas obras exibidas durante a mostra e no mercado audiovisual como um todo.

Sobre o BrLab

O BrLab é o único laboratório de desenvolvimento de projetos audiovisuais no Brasil que incentiva e recebe projetos de toda América Latina e Península Ibérica, por meio de bolsas para que profissionais de diferentes países e regiões do Brasil participem de diversas atividades orientadas por renomados consultores internacionais.

Durante o BrLab, duplas de representantes dos projetos selecionados dispõem de consultoria integrais aos seus projetos em aspectos fundamentais para uma melhor realização de seus produtos: roteiro, direção, produção e distribuição. As atividades incluem ainda palestras e encontro com profissionais do Brasil e do exterior.

Criado em 2011, o BrLab é uma atividade desenvolvida pela Klaxon Cultura Audiovisual, realizada com a Spcine e Secretaria Municipal de Cultura e com apoio institucional da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e da ANCINE – Agência Nacional do Cinema. O BrLab conta, ainda, com o apoio da FiGa/Br, da Vitrine Filmes, do Programa Cinema do Brasil, da LatAm Cinema, do Festival Rencontres Cinémas d’Amérique Latine de Toulouse (Cinéma en Développement), da Recam (Reunião Especializada de Autoridades Cinematográficas e Audiovisuais do Mercosul), e da Revista de Cinema. A sexta edição do BrLab acontece de 21 a 28 de outubro de 2016, em São Paulo.

Programação

Clever (Digital, Dir.: Federico Borgia, Uruguai, 2015, 83 min., 15 anos)

Uma aventura sem heróis. Clever, instrutor de artes marciais e pai divorciado, está obcecado com uns efeitos especiais que ele quer mandar pintar em seu carro. Para realizar o seu desejo, deverá viajar para uma aldeia remota, onde, aparentemente, mora o artista que poderá fazer isso acontecer. Personagens excêntricos e misteriosos o levarão a um destino inesperado.

Participou da segunda edição do BrLab em 2012. Inédito em São Paulo.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Festival de Cine Iberoamericano do Ceará 2016 – Prêmio de Melhor Filme e Melhor Música Original

Festival Internacional de Cine de Punta del Este 2016

Trailer: https://vimeo.com/140070643

Quarta-feira, 2/11, 17h30. Sábado, 5/11, 15h. Sexta-feira, 11/11, 15h.

 


Pêssego (Digital, Dir.: Yashira Jordán, Bolívia/Argentina, 2014, 86 min., livre)

Pêssego (Durazno) é um documentário criativo do gênero roadmovie, no limite entre a realidade e a ficção, que, de acordo com a diretora Yashira Jordán, trata-se de uma colagem de lembranças e imagens que surgem a partir de todos os relatos sobre o passado de Ezequiel, um jovem que procura o seu pai e a sua própria identidade.

Indicação do Bolívia Lab.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Z-C5h_7ck0A

Quarta-feira, 2/11, 19h30. Sábado, 12/11, 19h30.

 


Sinfonia da Necrópole (Digital, Dir.: Juliana Rojas, Brasil, 2014, 85 min., 12 anos)

Sinfonia da Necrópole se passa na cidade de São Paulo, onde a rotina do aprendiz de coveiro Deodato muda quando uma nova funcionária chega ao cemitério. Juntos, eles devem fazer o

recadastramento dos túmulos abandonados, mas estranhos eventos fazem o aprendiz questionar as implicações em se mexer com os mortos.

Participou da segunda edição do BrLab em 2012.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Mostra Internacional de Cinema em São Paulo 2014

Göteborg Film Festival 2015

Trailer: https://vimeo.com/106016945

Quinta-feira, 3/11, 15h. Domingo, 6/11, 15h. Quinta-feira, 10/11, 17h30.

 


A Maior Casa do Mundo (Digital, Dir.: Ana V. Bojorquez e Lucia Carreras, Guatemala/México, 2015, 76 min., livre)

Rocío assume o compromisso de cuidar de um rebanho de ovelhas. Sentindo-se livre nas montanhas, distrai-se e perde uma ovelha. A procura a fará perder todo o rebanho, e essa tragédia vai lhe mostrar que a liberdade implica responsabilidade.

Participou da primeira edição do BrLab em 2011.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Berlinale | Generation 2015

Festival Internacional de Cinema de Ankara 2015

Trailer: https://vimeo.com/128003579

Quinta-feira, 3/11, 17h30. Segunda-feira, 7/11, 15h.

 


Amor, Plástico e Barulho (Digital, Dir.: Renata Pinheiro, Brasil, 2013, 86 min., 14 anos)

Shelly (Nash Laila) é uma jovem dançarina com sonho de se tornar cantora. Jaqueline (Maeve Jinkings) é uma experiente cantora que já emplacou alguns sucessos, mas sofre com o declínio da carreira. Juntas elas são parceiras em uma banda de música brega, num cenário que mistura o romantismo e a sensualidade da periferia brasileira.

Participou da primeira edição do BrLab em 2011.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Festival de Cinema Brasileiro de Brasília 2013 – Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Direção de Arte

Festival Janela Internacional de Recife 2013 – Melhor Montagem e Menção Honrosa para a atriz Maeve Jinkings

Trailer: https://vimeo.com/111925262

Quinta-feira, 3/11, 19h30. Quarta-feira, 9/11, 17h30.

 


Cidade de Deus (Digital, Dir.: Katia Lund e Fernando Meirelles, Brasil, 2002, 130 min., 16 anos)

Buscapé (Alexandre Rodrigues) é um jovem pobre, negro e muito sensível, que cresce em um universo de muita violência. Ele vive na Cidade de Deus e, amedrontado com a possibilidade de se tornar um bandido, acaba sendo salvo de seu destino porque tem talento como fotógrafo e consegue seguir carreira na profissão.

Indicação do Laboratório Novas Histórias.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Festival de Cannes 2002

Quatro indicações ao Oscar 2004 – Melhor Direção, Fotografia, Montagem e Roteiro Adaptado.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=pUt-yPxOZqk

Sexta-feira, 4/11, 15h. Segunda-feira, 14/11, 17h *sessão seguida de debate.

 


O Lobo Atrás da Porta (Digital, Dir.: Fernando Coimbra, Brasil, 2013, 101 min., 16 anos)

Numa delegacia, um homem (Milhem Cortaz), sua mulher (Fabíula Nascimento) e a amante dele (Leandra Leal) são interrogados. Arrancados pacientemente pelo detetive (Juliano Cazarré), um após o outro, seus depoimentos vão tecendo uma trama de amor passional, obsessão e mentiras que levará a um final completamente inesperado.

Participou da primeira edição do BrLab em 2011.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) Brasil 2014 – Melhor Roteiro

16º Rencontres du Cinema Sud-Americain de Marseille França 2014 – Prêmio de Melhor Diretor e Melhor Atriz)

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=wrHMaVz7EZE

Sexta-feira, 4/11, 17h30. Sábado, 12/11, 17h30.

 


Caminho de Campanha (Digital, Dir.: Nicolás Grosso, Argentina, 2014, 88 min., 16 anos)

Agustín volta às montanhas a espera para ser julgado pelo assassinato de seus pais. Leila fugiu da cidade e sua família está à sua procura. Desorientada, pede refúgio a Adriana, uma mulher perturbada, por meio de quem conhecerá Agustín.

Participou da primeira edição do BrLab em 2012.

Trailer: https://vimeo.com/153275066

Sexta-feira, 4/11, 19h30. Sexta-feira, 11/11, 19h30. Segunda-feira, 14/11, 15h.

 


Depois da Chuva (Digital, Dir.: Marília Hughes e Claudio Marques, Brasil, 2013, 90 min., 16 anos)

No ano de 1984, quando a ditadura militar se enfraquece, dois jovens baianos de 16 anos começam a perceber que estão vivendo uma fase importante do país. A descoberta do contexto político, com as eleições diretas para presidente, mistura-se às descobertas sexuais e ao fim da adolescência.

Participou da primeira edição do BrLab em 2011.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 201 3- Melhor Ator para Pedro Maia, Melhor Trilha Sonora e Melhor Roteiro

Janela Internacional de Cinema de Recife 2015

Trailer: https://vimeo.com/112905970

Sábado, 5/11, 17h30. Sexta-feira, 11/11, 17h30. Domingo, 13/11, 18h.

 


A Vida Depois (Digital, Dir.: David Pablos, México, 2013, 90 min., 12 anos)

Samuel e Rodrigo começam uma viagem em busca de sua mãe que desapareceu após deixar um bilhete em cima da mesa que dizia: “Tive que sair. Mamãe”. A relação entre os dois irmãos vai ficando cada vez mais tensa conforme viajam pelo deserto do México seguindo pistas baseadas em recordações da infância.

Participou da primeira edição do BrLab em 2011.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Vencedor do concurso Primeiro Filme do Centro de Capacitação Cinematográfica 2012

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=lqbCwqsjiF4

Sábado, 5/11, 19h30. Quarta-feira, 9/11, 15h. Domingo, 13/11, 16h.

 


O Sonhador (Digital, Dir.: Adrián Saba, Peru, 2016, 80 min., 12 anos)

Sonhando em escapar de sua desolada vida de crimes, Sebastián vai precisar escolher entre a fantasia e o destino que está preparado para ele.

Participou da terceira edição do BrLab em 2013.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Berlinale | Generation 2016

Cannes Cinefondation Residence 2013

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=rQ8sywtKc40

Domingo, 6/11, 16h. Sábado, 12/11, 15h.

 


Cenoura (Digital, Dir.: Enrique Buchichio, Uruguai, 2014, 105 min., 13 anos)

Uruguai, outubro de 2004. Dois jornalistas partem numa travessia de segredos, simulações, encontros furtivos e paranoia quando são contatados por um misterioso informante com a intenção de revelar provas sobre crimes da ditadura militar até então nunca investigados. Inspirado em fatos reais.

Participou da primeira edição do BrLab em 2011.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Festival de Cinema Iberoamericano de Huelva 2014 – Colón de Oro para Melhor Filme

Mostra de Cinema Latinoamericano de Lleida 2015 – Prêmio Casa da América de Melhor Roteiro

Trailer: https://vimeo.com/102531683

Domingo, 6/11, 18h. Quinta-feira, 10/11, 15h.


Te Prometo Anarquia (Digital, Dir.: Julio Hernández Cordón, México/Alemanha, 2015, 88 min., 16 anos)

O jovem casal de namorados Miguel e Johnny passa seus dias andando de skate por regiões caóticas da Cidade do México. Eles se divertem sexualmente e vivem de doar sangue para o mercado negro. Uma ótima maneira de ganhar dinheiro fácil surge quando um conhecido os indica a traficantes que precisam de sangue, mas não podem ir a um hospital. O plano logo dá errado e os dois percebem tarde demais o ambiente à sua volta, uma rede secreta de clínicas a serviço dos feridos na guerra contra as drogas.

Indicação do AustraLab.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Festival Internacional de Cinema de Locarno 2015

Festival Internacional de Cinema de Toronto 2015

Segunda-feira, 7/11, 17h30.

 


Antes o Tempo Não Acabava (Digital, Dir.: Sérgio Andrade, Brasil/Alemanha, 2016, 100 min., 16 anos)

Anderson é um jovem rapaz com raízes da etnia indígena Saterê. Quando se muda para Manaus e vai morar na cidade grande, ele se vê preso entre embates culturais com a tradição de sua cultura indígena e os costumes do conturbado e complexo cotidiano da metrópole.

Participou da segunda edição do BrLab em 2012.

FESTIVAIS E PRÊMIOS

Festival de Brasília 2016

Mostra Internacional de Cinema em São Paulo 2016

Trailer: https://vimeo.com/182547591

Quarta-feira, 9/11, 19h30. Domingo, 13/11, 14h.


Mesas de Debate

Laboratórios Internacionais

Apresentação dos laboratórios internacionais Bolivia Lab e AustraLab: histórico, metodologias e critérios de seleção

Com: Viviana Saavedra – Bolivia Lab, Erick Gonzalez – AustraLab

Mediação: Rafael Sampaio

Segunda-feira, 7/11, 19h30.


O Papel das Plataformas para Desenvolvimento de Projetos

Com: Juliana Rojas, Davi Pretto, Rafael Sampaio

Mediação: Leonardo Mecchi

Quinta-feira, 10/11, 19h30.


Homenagem Novas Histórias: 20 anos

A importância dos laboratórios de desenvolvimento de roteiros

Com: Carla Esmeralda, Braulio Mantovani

Mediação: Thiago Dottori

Segunda-feira, 14/11, 19h30.


Serviço:

Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo
Mostra de Filmes BrLab

De 2 a 14 de novembro de 2016
Ingressos:
Filmes: R$ 5
Mesas: retirada de senha com 1h de antecedência

Rua Álvares Penteado, 112, Centro
01012-000 São Paulo – SP
Telefone: (11) 3113-3651/3652
Funcionamento: de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h

ccbbsp@bb.com.br

Notícias

‘DE PALMA’ ESTREIA DIA 24 DE NOVEMBRO NO BRASIL

28 de outubro de 2016
De Palma

Documentário sobre um dos maiores diretores do mundo será distribuído pela RT Features

Dirigido por Noah Baumbach e Jake Paltrow, DE PALMA já tem data de lançamento no Brasil: 24 de novembro. O longa mostra a vida de um dos cineastas mais talentosos, influentes e iconoclastas de todos os tempos, com filmes como “Carrie, a Estranha”, “Vestida para Matar”, “Um Tiro na Noite”, “Scarface, “Dublê de corpo” e “Os Intocáveis” no currículo. O longa, que ganhou trailer oficial essa semana, será distribuído pela RT Features, produtora parceira de Baumbach em dois filmes: FRANCES HA e MISTRESS AMERICA.

Exibido nos festivais de Veneza, de Nova York e do Rio, DE PALMA traça um perfil do diretor, numa discussão pessoal e sincera com o próprio, abordando não só a sua vida e carreira, como também sua abordagem singular à arte do cinema e suas experiências marcantes no mercado cinematográfico, desde o começo, quando era conhecido como o bad boy da nova Hollywood, até os dias mais recentes, já reconhecido como um dos mais respeitados veteranos em atuação.

– A pessoa não precisa ter visto algum trabalho do Brian para apreciar este filme. Eu acho que qualquer pessoa minimamente interessada em cinema só poderia achar fascinante. Mas como alguém pode assistir a este filme e não quer ver todos os filmes do Brian? Seria incrível ver o documentário como uma criança e depois alugar todos pela primeira vez -, revelou Baumbach.

O longa será exibido neste fim de semana na IX Janela Internacional de Cinema do Recife, que acontece até dia 6 de novembro.

DE PALMA
Direção e produção: NOAH BAUMBACH e JAKE PALTROW
Produtora: EMPIRE WARD
Edição: MATT MAYER, LAUREN MINNERATH
Gênero: Documentário
Duração: 109 minutos
País: EUA
Ano: 2015
Distribuição: RT FEATURES

Notícias

‘BODAS DE SANGUE’ DE CARLOS SAURA É O FILME ESCOLHIDO DA NOVA EDIÇÃO DO “CINEMA FALADO” COM DIREÇÃO DE CAETANO GOTARDO E MARCO DUTRA

Bodas de Sangue

Sesc Pompeia realiza nova edição do projeto que acontecerá de 11 a 24 de novembro

Além do experimento cênico-cinematográfico, dirigido por Dutra e Gotardo, haverá o Curso “Literatura e Cinema – Um Diálogo Fecundo”, com José Geraldo Couto, Oficina “Roteiro de Adaptação Cinematográfica”, com Sabina Anzuategui, e bate-papo “Roteiro Adaptado no filme Hoje”, com Denise Fraga, Fernando Bonassi e Tata Amaral e mediação de Marina Person

CINEMA FALADO, projeto idealizado pelo Sesc Pompeia, que acontece de 11 a 24 de novembro, propõe uma investigação sobre a fala, enquanto discurso fílmico, a voz e o roteiro no cinema. Convidados para a segunda edição do projeto estãoCaetano Gotardo (O que se Move) e Marco Dutra (O Silêncio do Céu), que levarão o filme de Carlos Saura, BODAS DE SANGUEao limiar entre o cinema e o teatro. Neste experimento cênico-cinematográfico, destaque da programação, o filme tem seus diálogos originais suprimidos e substituídos por falas ao vivo executadas por atores em cena durante a exibição. Os atores convidados, Andrea Marquee, Antonio Salvador, Clarissa Kiste, Malu Galli e Marat Descartes, já costumam trabalhar com os diretores .

O projeto pretende uma investigação vertical acerca da fala no cinema, desde a escrita do roteiro, passando pelas escolhas da direção, culminando no trabalho do ator e incluindo até mesmo os desdobramentos políticos da fala enquanto construção narrativa e representação do outro realizada a múltiplas mãos.

BODAS DE SANGUE foi escrita pelo espanhol Federico García Lorca em 1932. A peça teatral é marcada pela centralidade e a precisão da escolha de palavras. Em 1974, também na Espanha, o grande dançarino de flamenco Antonio Gades criou um espetáculo de dança em que retirava as palavras da peça de Lorca e as convertia em uma narrativa pelo movimento. Alguns anos mais tarde, o cineasta Carlos Saura foi convidado a assistir não a uma apresentação do espetáculo de Gades, mas a um ensaio do mesmo. E foi a força desse ensaio que Saura decidiu tentar recriar em um filme, buscando dar conta não apenas da obra em questão, mas também, em suas própria palavras, “fazer um documento sobre a criação”.

Nas palavras de Caetano Gotardo e Marco Dutra, “convidados a participar do projeto ‘Cinema Falado’, no Sesc Pompeia, enxergamos nesse filme de Saura, lançado em 1981, um ponto de partida muito rico para pensar e discutir a presença da palavra no cinema. Em primeiro lugar, porque o filme parte justamente do exercício de retirar as palavras da obra original de Lorca. E nos pareceu muito interessante devolver algumas dessas palavras ao filme durante sua projeção. Colocar em atrito as duas obras, explorar as camadas infinitas entre o que se diz, o que se ouve, o que se vê, o que se sente. Além disso, como diretores de cinema que somos, temos uma admiração absoluta pelo apuro com que Saura constrói seu filme em planos precisos, montagem fluida e carregada de significados, construção sonora delicada entre a música e os ruídos, entre o bater de sapatos e palmas do flamenco e a respiração mais mínima dos bailarinos. Aproximar disso a presença física dos atores em cena e as palavras de Lorca ditas no momento presente da projeção, diante do público, nos parece uma maneira de dialogar com o fascínio de Saura pela ideia do ensaio, da criação que se dá a olhos vistos. E é esse um dos sentimentos que pauta nossa abordagem no experimento cênico-cinematográfico que estamos criando: cinco atores no palco, junto ao filme, em pleno processo de descoberta da relação entre as palavras que eles mesmos falam e as imagens e sons que se projetam no espaço do teatro.”

O projeto CINEMA FALADO inclui ainda uma expressiva programação paralela relacionada à fala no cinema e ao trabalho do roteirista e ao uso da voz.

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

Experimento cênico | Bodas de Sangue falado ao vivo

A projeção de Bodas de Sangue (1981), primeiro longa da trilogia do flamenco de Carlos Saura, é acompanhada por atores no palco. No filme, Saura e o coreógrafo Antonio Gades partem da peça teatral de Federico García Lorca para criar, por meio da dança, da música e dos enquadramentos, uma narrativa sem palavras. Neste experimento cênico, os atores em cena, em interação com o filme, retomam a poesia do texto de Lorca na tradução de Cecília Meireles.

Direção do filme: Carlos Saura | 1981 | 70’ | Espanha, França

Direção do experimento cênico: Caetano Gotardo e Marco Dutra

Elenco: Andrea Marquee, Antonio Salvador, Clarissa Kiste, Malu Galli, Marat Descartes

Luz: Lara Cunha

Produção: Lara Lima

11, 12 e 13 de novembro, sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 19h

R$ 9,00 (trabalhador do comércio, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes); R$ 15,00 (estudante, servidor da escola pública, aposentado, pessoa com 60 anos ou mais, pessoa com deficiência); e R$ 30,00 (inteira).

Sobre os profissionais envolvidos:

  • Caetano é diretor, roteirista, montador e dramaturgo. Seu longa de estreia “O que se move” (2012) recebeu diversos prêmios de atuação incluindo o kikito de melhor atriz no Festival de Gramado. Em 2013, teve uma retrospectiva de todos os seus oito curtas-metragens realizada pela Cinemateca Francesa, em Paris.
  • Marco Dutra é diretor, roteirista, montador e compositor. Seu primeiro longa, “Trabalhar Cansa” (2011), parceria com Juliana Rosas, foi selecionado para o Festival de Cannes, na Mostra Un Certain Regard. “Quando eu era vivo”, seu segundo longa, estreou no Festival de Tiradentes e fez parte da seleção oficial do Festival de Roma. Seu último filme ‘O Silêncio do Céu’ integrou o Festival de Gramado deste ano.
  • Andrea Marquee é atriz e cantora. Participou de diversos espetáculos musicais e no início dos anos 2000 gravou “Zumbi”, seu primeiro disco solo. Participou da montagem de Cambaio, de Adriana e João Falcão. Nos últimos anos atuou em diversos curtas-metrangens e foi uma das protagonistas do filme “O que se move” de Caetano Gotardo.
  • Antonio  foi ator da Cia. Teatro Balagan, tendo atuado nos espetáculos “Tauromaquia”, “Západ – A Tragédia do Poder”,  “Prometheus – A Tragédia do Fogo” e na peça “Recusa”.
  • Clarissa Kiste atuou em diversos espetáculos teatrais, como os recentes “Dom Juan”  sob direção de William Pereira e “O Desaparecimento do Elefante” de Monique Gardenberg e Michele Matalon. No cinema, atuou em variados curtas-metragens e nos longas “Trabalhar Cansa”, de Marco Dutra e Juliana Rojas, “Carmo”, de Murilo Pasta, e “Super Nada” de Rubens Rewald.
  • Malu Galli atuou em diversos espetáculos da Companhia dos Atores, dentre os quais destacam-se “Melodrama”,  “Ensaio.Hamlet” e ”Gaivota – Tema para um Conto Curto”, todas de Enrique Diaz.  No cinema, atuou no curta-metragem “Areia” de Caetano Gotardo pelo qual recebeu diversos prêmios dentre os quais o Kikito de Melhor Artiz no Festival de Cinema Gramado. Na televisão, ganhou recente destaque ao trabalhar nas novelas “Três Irmãs”, “Tempos Modernos”, “Cheias de Charme” e “Totalmente Demais”.
  • Marat Descartes atou em diversos espetáculos teatrais dentre os quais destacam-se “Primeiro Amor”, peça baseada na novela de Samuel Beckett pela qual recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator em 2007. No cinema atuou em vários filmes como “Trabalhar Cansa” de Marco Dutra e Juliana Rojas e “Super Nada” de Rubens Rewald.

 

Curso | “Literatura e Cinema – Um Diálogo Fecundo” com José Geraldo Couto

As aulas tratam de temas como as falsas ideias sobre adaptações literárias; o filme como tradução – de uma linguagem a outra, mas também de uma sensibilidade a outra, ou de uma época a outra, explorando as possibilidades de tradução da literatura para o universo do cinema.

16 a 17 de novembro, quarta e quinta-feira das 19h às 21h30

Espaço Cênico

R$ 25,00 | R$ 12,50 | R$ 7,50

Inscrições no atendimento das Oficinas de Criatividade a partir de 03/11, às 11h

Sobre o profissional envolvido:

Formado em história e em jornalismo pela Universidade de São Paulo – USP, José Geraldo Couto é crítico de cinema, jornalista e tradutor. Publicou, entre outros livros, André Breton, Brasil: Anos 60 e Futebol brasileiro hoje. Escreve regularmente sobre cinema para a revista Carta Capital e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.

 

Oficina | “Roteiro de Adaptação Cinematográfica” – Com Sabina Anzuategui

O curso apresenta aspectos estéticos e técnicas de roteiro utilizadas na adaptação de obras literárias para o meio cinematográfico. A partir da exibição de exemplos, são discutidas algumas questões: fidelidade à obra original, adaptação de enredo e personagens, diálogos e voz over.

18 a 19 de novembro, sexta-feira das 19h às 22h e sábado das 14h às 17h

Espaço Cênico

R$ 25,00 | R$ 12,50 | R$ 7,50

Inscrições no atendimento das Oficinas de Criatividade a partir de 03/11 às 11h

Sobre a profissional envolvida:

Sabina Anzuategui, escritora e roteirista, é autora dos romances “Calcinha no Varal” e “O afeto ou Caderno sobre a mesa”,roteirizou os filmes “Jogo das decapitações”, “Como Esquecer”,A Casa de Alice” e “Desmundo”, dentre outros, e colaborou ainda com os roteiros do filme “Quanto Vale ou é Por Quilo?” e da série de TV “Alice”.  Doutora em Audiovisual pela Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo – ECA/USP, Sabina é professora do curso de Rádio, TV e Internet da Faculdade Casper Libero.

 

Sessão comentada | “Roteiro Adaptado no filme Hoje” – Com Denise Fraga, Fernando Bonassi e Tata Amaral e mediação de Marina Person

Bate-papo sobre o filme, cujo roteiro é baseado no livro “Prova Contrária” de Fernando Bonassi, com a diretora e o escritor, participação da protagonista do filme, atriz Denise Fraga, e mediação de Marina Person.

24 de novembro, quinta-feira às 20h30

Teatro

Grátis. Retirada de ingresso com uma hora de antecedência.

Sobre os profissionais envolvidos:

  • Tata Amaral é diretora e roteirista, seu longa-metragem de estreia, “Um Céu de Estrelas” (baseado na peça de Fernando Bonassi) é considerado pela crítica como um marco da retomada do cinema brasileiro no anos 1990 e recebeu diversos prêmios no Brasil e no exterior. Seu filme “Hoje” (baseado no livro Prova Contrária, também de Bonassi) foi o grande vencedor do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2011.
  • Fernando Bonassi é escritor, roteirista, cineasta e dramaturgo. Publicou diversos livros dentre os quais “Um Céu de estrelas” e “Prova Contrária” (ambos adaptados para o cinema por Tata Amaral. É também um dos responsáveis pelo roteiro do filme “Estação Carandiru”, dirigido pelo cineasta argentino Hector Babenco e baseado no livro homônimo de Drauzio Varella.
  • Denise Fraga possui mais de vinte anos de carreira como atriz em cinema, televisão e teatro. Nos palcos, destacam-se seus trabalhos “Trair e Coçar é Só Começar” e “A Alma Boa de Setsuan” e “Galileu Galilei”. No cinema, atuou em diversos filmes como “Por Trás do Pano”, que lhe rendeu o kikito de melhor atriz no Festival de Gramado, dentre outros prêmios, e o longa-metragem “Pela Janela”.
  • Marina Person dirigiu o documentário “Person” e o longa-metragem de ficção “Califórnia”.  Na televisão, trabalhou na  MTV Brasil e foi apresentadora dos programas “Metrópolis”, na TV Cultura, “O Papel da Vida” no Canal Brasil, “Cinedrops” na Rádio Eldorado e “Marinando” em seu próprio canal no YouTube.

 

SESC Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia