Categoria: Tecnologia

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Apple lidera mais uma vez ranking das 10 marcas mais valiosas do mundo em 2017

6 de outubro de 2017
Apple lidera mais uma vez ranking das 10 marcas mais valiosas do mundo em 2017

Relatório divulgado pela Interbrand mostra quais são as 10 marcas mais valiosas do mundo em 2017. O ranking não trouxe grandes surpresas, com a Apple encabeçando a lista pelo quinto ano consecutivo.

Em segundo lugar aparece o Google, com uma ligeira queda na diferença para a primeira colocada. O relatório indica, ainda, que nove das dez principais marcas do ano passado permanecem no Top 10 deste ano. Quem deixou de figurar entre elas foi a GE, que ocupa agora a 11ª posição, apesar de um aumento de 3% no valor de mercado. Microsoft (+ 10%) e Coca-Cola (-5%) continuaram a se mover em direções opostas, com a Microsoft assumindo o 3º lugar.

Outro movimento notável dentro do top 10 foi da Amazon: com aumento de 29% no valor de marca, ela escalou três posições para chegar ao top 5 pela primeira vez. Junto com o Facebook, a Amazon teve os maiores ganhos em valor de marca entre os 10 primeiros colocados.

Algumas outras marcas também experimentaram aumento de dois dígitos: Microsoft (+ 10%); e Mercedes-Benz (+ 10%). Três das 10 principais marcas, em contrapartida, viram seus valores diminuírem: Coca-Cola (- 5%, ocupando o 4º lugar); Toyota (- 6%; ocupando o 7º lugar); e IBM (-11%; ocupando o 10 º lugar).

Enquanto isso, as novidades das 100 melhores marcas deste ano foram: Netflix (78º lugar); Salesforce (84º lugar); e Ferrari (88º lugar).

Ao determinar as 100 marcas mais valiosas do mundo a cada ano, a Interbrand considera três aspectos principais para formar o ranking: o desempenho financeiro do produto e serviço; o papel que a marca desempenha em influenciar a escolha do cliente; e a força que a marca tem na definição de um preço premium e na conquista de ganhos seguros para a empresa.

Confira abaixo o Top 10 atualizado:

1 Apple
2 Google
3 Microsoft
4 Coca-Cola
5 Amazon
6 Samsung
7 Toyota
8 Facebook
9 Mercedes-Benz
10 IBM

Com informações do portal Marketing Charts.

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Cidade americana vai mudar seu nome para “Amazon” caso receba nova sede da empresa

Cidade americana vai mudar seu nome para “Amazon” caso receba nova sede da empresa

Há algumas semanas a Amazon abriu uma espécie de concorrência para cidades americanas. A empresa quer que cidades se candidatem para receber sua próxima sede, o que deve trazer cerca de 50 mil empregos para a região. E esta semana uma cidade conseguiu fazer sua candidatura ficar um pouco mais conhecida e talvez até mais atraente.

A cidade de Stonecrest, no estado americano de Georgia, sugeriu que se a Amazon a escolher como o local para seu mais novo QG, ela se renomeará para… Amazon. Essa escolha foi aprovada pelo conselho de dirigentes da cidade, que teve 4 votos a favor e 2 contra. O prefeito concordou, dizendo que “nenhuma outra cidade oferece a oportunidade de branding que nós estamos oferecendo a essa empresa visionária”.

Para fazer a mudança, a cidade vai ter que desanexar do seu território cerca de 345 acres de terra, ou 1,3 milhões de metros quadrados. Uma área até relativamente pequena considerando que o que a cidade deve ganhar de investimento. E de propaganda gratuita.

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Procuram-se especialistas em Internet das Coisas

28 de setembro de 2017
Procuram-se especialistas em Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT) está em fase de crescimento acentuado, à medida que surgem cada vez mais dispositivos conectados. Mas há um problema: não existem pessoas suficientes com as competências adequadas para gerir e executar projetos de IoT. Sendo assim, ao mesmo tempo que a IoT é vista como uma grande oportunidade de emprego na área de TIC, a insuficiência de pessoas e a ausência de competências estão entre as principais barreiras identificadas pelas organizações que pretendem implementar e se beneficiar da tecnologia, assinala pesquisa da Gartner.

E quais são as aptidões específicas que faltam nas organizações? Aquelas referentes a Segurança de Dados, Ciência dos Dados e suporte técnico.

Sem estas capacidades, 30% das organizações dizem que irão procurar fornecedores externos para fazer algum desenvolvimento de IoT, enquanto 46% dizem que irão recorrer a fornecedores externos “tanto quanto possível”.

“As empresas estão definitivamente consolidando suas estratégias de IoT, mas o que estamos constatando é que não têm processos e pessoas em casa para que seja possível fazer acontecer. De fato, o Gartner diz que três quartos dos projetos de IoT vão prolongar-se o dobro do que deviam, devido à insuficiência de recursos humanos em áreas-chave”, rdiz Rich Pearson, diretor da Upwork. Você com o poder da IBM: Com Watson IoT, engenheiros usam sensores para prever erros e manter qualquer coisa funcionando Patrocinado 

Ao rastrear a base de dados da Upwork, Pearson e a sua equipa identificaram 10 principais competências que as empresas necessitam para levar adiante uma estratégia de IoT.

Os dados obtidos baseiam-se no crescimento anual de propostas de trabalho e de demanda por competências, medidas pelo número de postos de trabalho que mencionam essas competências publicados no Upwork entre 1 de Janeiro e 31 de Março de 2017 e seu incremente em relação ao primeiro trimestre de 2016.

1 – Machine Learning: mais 220%
Os algoritmos de Machine Learning ajudam a criar dispositivos, aplicações e outros produtos mais inteligentes, através da utilização de sensores de dados e outros dispositivos conectados. Podem ser utilizados para fazer previsões com base na identificação de padrões de dados a partir desses dispositivos, mas são necessários especialistas em gestão de Big Data e aprendizagem automática, diz Pearson.

“A procura da competência em Machine Learning, sem surpresas, aumentou mais de 200% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Todas as empresas estão a tentar coletar mais dados a partir de dispositivos conectados e precisam de especialistas não só para extrair os dados, mas também para desenvolver algoritmos para ajudar separar o trigo do joio e retirar conclusões dos dados coletados”, sublinha Pearson.

2 – AutoCad: mais 108%
O AutoCad é o principal software de design para aplicações de engenharia e a procura de profissionais que o dominem tem registado um forte crescimento a par do incremento do número e complexidade dos dispositivos IoT. Produtos inteligentes e conectados necessitam muitas vezes de um novo conjunto de princípios de desenho que permita a normalização do hardware e a personalização.

E o AutoCad permite, por exemplo, que os processos de desenvolvimento de produto sofram alterações de design numa fase mais avançada do projeto, de uma forma rápida e eficiente.

3 -Node.js: mais 99%
O Node.js é um ambiente de código aberto para o desenvolvimento web, utilizado no servidor para gerir dispositivos conectados baseados no Arduino e no Raspberry Pi, entre outros. Com a disponibilização de placas como a Raspberry Pi, o Node.js está tornando-se a plataforma preferida dos programadores que querem incrementar as competências existentes na construção de aplicações para IoT, assinala Pearson, e, ao longo dos últimos 12 meses, o ambiente amadureceu ainda mais. “A maioria das empresas está utilizando esta solução como base para as iniciativas de IoT, porque requer poucos recursos e está se tornando incrivelmente estável e acessível. Isto é particularmente importante em dispositivos de pequena dimensão como os “wearables”, mas estamos observando o incremento da utilização também em grandes empresas como a Netflix, a Paypal ou a Uber”, explica Pearson.

4 – Segurança de infraestrutura: mais 83%
A segurança da informação e os receios face ao aumento da exposição dos dados –  sem mencionar a segurança física e dos dispositivos – são alguns dos principais impeditivos para o desenvolvimento da IoT, segundo uma pesquisa da TEKsystems. Devido ao incremento da escala e da complexidade da conectividade, das comunicações e dos próprios sensores de IoT, “a segurança tornou-se primordial. Tudo o que está ligado à Internet cria risco, por isso qualquer competência em torno da segurança, em particular software e segurança nos sensores é crítica no domínio do IoT”, afirma Pearson.

5 – Engenharia de segurança: mais 83%
Para além da segurança da infraestrutura, as recentes violações de dados que se tornaram manchete de jornal aumentaram a consciência dos consumidores em relação a questões de privacidade e segurança que podem ocorrer se um dispositivo conectado tiver falhas ou for pirateado, expondo os dados, assinala Pearson. Para ajudar a mitigar os riscos potenciais, as empresas estão investindo na engenharia de segurança e procurando pessoas qualificadas para identificar ameaças físicas e lógicas, acrescenta Pearson.

“Com essa maior procura por qualificações em segurança, estamos assistindo a uma grande demanda por profissionais capazes de fazer avaliações de vulnerabilidades e segurança dos dispositivos terminais. Assiste-se também ao renascimento da necessidade de segurança de hardware”, sublinha Pearson. Em apenas 60 dias, registou-se um aumento substancial da procura de pessoas com qualificações em soluções específicas de segurança de IoT, com domínio de CloudFlare ou Orbit.

6 – Big Data: mais 71%
A Internet das Coisas aumentou substancialmente a quantidade de dados disponível e gerou enormes volumes de dados para as organizações analisarem. As empresas precisam recolher os dados que são relevantes para os seus negócios, ao mesmo tempo que retiram os dados redundantes e protegem esses dados.

Isto requer mecanismos altamente eficientes, incluindo Inteligência Artificial, software e protocolos, diz Pearson. “Estamos vendo uma forte procura por Cientistas de Dados e Engenheiros de back-end que possam desenvolver algoritmos, recolher, organizar e analisar todas essas diferentes fontes de dados. Utilizar a Inteligência Artificial combinada com Big Data pode ajudar as empresas a fazer tudo isto mais rápido e de forma mais eficiente”, diz ele.

7 – Desenvolvimento GPS: mais 44%
O mercado de GPS está a renascendo graças à IoT, em particular aos dispositivos “wearables”, aos veículos inteligentes e às empresas de logísticas. Os analistas da ABI prevêem que o mercado de GPS atinja 3,5 mil milhões de dólares em 2019, à medida que as empresas e os consumidores comecem a aderir aos dispositivos com localização GPS. Também existe ainda uma procura grande de profissionais que possam ajudar a desenvolver a tecnologia GPS para wearables, veículos inteligentes e outras aplicações IoT, acrescenta Pearson.

8 – Engenharia eletrotécnica: mais 41%
A criação da próxima geração de dispositivos conectados requer conhecimentos de software e engenharia eletrotécnica, um dos ramos da engenharia elétrica. É por isso que se regista uma procura cada vez maior de engenheiros eletrotécnicos, contratados para ajudar no desenvolvimento de dispositivos integrados para aplicações móveis e na engenharia de conexões de radiofrequência e de microondas para comunicações entre dispositivos, refere Pearson.

9 – Design de circuitos: mais 18%
Os dispositivos conectados exigem que as empresas ajustem a adoptem o design e desenvolvimento de microprocessadores para fazer face aos novos requisitos de sistema. Por exemplo, as aplicações que dependem de baterias de longa duração poderão precisar ter placas de circuitos especialmente desenhadas para optimizar o consumo de energia, ou ter vários microprocessadores e sensores em uma única placa de circuitos. Isto significa uma maior procura na área de design para PCB e design 3D, sublinha Pearson.

10 – Programação de microcontroladores: mais 12%
A IoT é composta por bilhões de pequenos dispositivos interconectados, muitos dos quais necessitam de pelo menos um microcontrolador para adicionar inteligência ao sistema e ajudar nas tarefas de processamento. Os microcontroladores são processadores embarcados, baratos e com baixo consumo de energia que têm programação e memória integrada no sistema. Requerem linguagens específicas, assinala Pearson.