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Novo comercial da Audi coloca palhaços para cometer erros de direção

29 de setembro de 2017

2017 é sem dúvida o ano em que os palhaços ficaram por cima na cultura pop, seja no cinema pipoca com “It: A Coisa”, na televisão com a nova temporada de “American Horror Story” ou no Brasil com “Bingo: O Rei das Manhãs”. Por coincidência do destino ou planejamento de publicidade bem apurado, a Audi aproveitou a onda para usar dessas simpáticas figuras do circo como tema principal da campanha de seu novo veículo.

Intitulado “Clowns” e dirigido por Ringan Ledwidge, a peça publicitária de noventa segundos traz vários palhaços cometendo erros graves de direção em formas de trapalhadas ao som de um cover de Lisa Hannigan de “Send in the Clowns”, uma das canções compostas por Stephen Sondheim para o musical “A Little Night Music” – esta por sua vez uma adaptação de um filme de Ingmar Bergman(!) para os palcos. Confira acima.

O vídeo foi produzido para mostrar ao público as capacidades dos sensores e de outros aparatos relacionados do Audi A8, novo veículo da empresa que tem como atrativo as diversas ferramentas de mapeamento que ajudam o motorista a evitar acidentes. Os palhaços, nesse sentido, representam na peça os vários motoristas imprudentes presentes no trânsito, algo que o A8 – como bem indica o slogan “Audi Technology: Clown Proof” – foi feito para evitar.

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‘BODAS DE SANGUE’ DE CARLOS SAURA É O FILME ESCOLHIDO DA NOVA EDIÇÃO DO “CINEMA FALADO” COM DIREÇÃO DE CAETANO GOTARDO E MARCO DUTRA

8 de novembro de 2016
BODAS DE SANGUE

Além do experimento cênico-cinematográfico, dirigido por Dutra e Gotardo, haverá o Curso “Literatura e Cinema – Um Diálogo Fecundo”, com José Geraldo Couto, Oficina “Roteiro de Adaptação Cinematográfica”, com Sabina Anzuategui, e bate-papo “Roteiro Adaptado no filme Hoje”, com Denise Fraga, Fernando Bonassi e Tata Amaral e mediação de Marina Person

CINEMA FALADO, projeto idealizado pelo Sesc Pompeia, que acontece de 11 a 24 de novembro, propõe uma investigação sobre a fala, enquanto discurso fílmico, a voz e o roteiro no cinema. Convidados para a segunda edição do projeto estão Caetano Gotardo (O que se Move) e Marco Dutra (O Silêncio do Céu), que levarão o filme de Carlos Saura, BODAS DE SANGUE ao limiar entre o cinema e o teatro. Neste experimento cênico-cinematográfico, destaque da programação, o filme tem seus diálogos originais suprimidos e substituídos por falas ao vivo executadas por atores em cena durante a exibição. Os atores convidados, Andrea Marquee, Antonio Salvador, Clarissa Kiste, Malu Galli e Marat Descartes, já costumam trabalhar com os diretores .

O projeto pretende uma investigação vertical acerca da fala no cinema, desde a escrita do roteiro, passando pelas escolhas da direção, culminando no trabalho do ator e incluindo até mesmo os desdobramentos políticos da fala enquanto construção narrativa e representação do outro realizada a múltiplas mãos.

BODAS DE SANGUE foi escrita pelo espanhol Federico García Lorca em 1932. A peça teatral é marcada pela centralidade e a precisão da escolha de palavras. Em 1974, também na Espanha, o grande dançarino de flamenco Antonio Gades criou um espetáculo de dança em que retirava as palavras da peça de Lorca e as convertia em uma narrativa pelo movimento. Alguns anos mais tarde, o cineasta Carlos Saura foi convidado a assistir não a uma apresentação do espetáculo de Gades, mas a um ensaio do mesmo. E foi a força desse ensaio que Saura decidiu tentar recriar em um filme, buscando dar conta não apenas da obra em questão, mas também, em suas própria palavras, “fazer um documento sobre a criação”.

Nas palavras de Caetano Gotardo e Marco Dutra, “convidados a participar do projeto ‘Cinema Falado’, no Sesc Pompeia, enxergamos nesse filme de Saura, lançado em 1981, um ponto de partida muito rico para pensar e discutir a presença da palavra no cinema. Em primeiro lugar, porque o filme parte justamente do exercício de retirar as palavras da obra original de Lorca. E nos pareceu muito interessante devolver algumas dessas palavras ao filme durante sua projeção. Colocar em atrito as duas obras, explorar as camadas infinitas entre o que se diz, o que se ouve, o que se vê, o que se sente. Além disso, como diretores de cinema que somos, temos uma admiração absoluta pelo apuro com que Saura constrói seu filme em planos precisos, montagem fluida e carregada de significados, construção sonora delicada entre a música e os ruídos, entre o bater de sapatos e palmas do flamenco e a respiração mais mínima dos bailarinos. Aproximar disso a presença física dos atores em cena e as palavras de Lorca ditas no momento presente da projeção, diante do público, nos parece uma maneira de dialogar com o fascínio de Saura pela ideia do ensaio, da criação que se dá a olhos vistos. E é esse um dos sentimentos que pauta nossa abordagem no experimento cênico-cinematográfico que estamos criando: cinco atores no palco, junto ao filme, em pleno processo de descoberta da relação entre as palavras que eles mesmos falam e as imagens e sons que se projetam no espaço do teatro.”

O projeto CINEMA FALADO inclui ainda uma expressiva programação paralela relacionada à fala no cinema e ao trabalho do roteirista e ao uso da voz.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

Experimento cênico | Bodas de Sangue falado ao vivo
A projeção de Bodas de Sangue (1981), primeiro longa da trilogia do flamenco de Carlos Saura, é acompanhada por atores no palco. No filme, Saura e o coreógrafo Antonio Gades partem da peça teatral de Federico García Lorca para criar, por meio da dança, da música e dos enquadramentos, uma narrativa sem palavras. Neste experimento cênico, os atores em cena, em interação com o filme, retomam a poesia do texto de Lorca na tradução de Cecília Meireles.

Direção do filme: Carlos Saura | 1981 | 70’ | Espanha, França
Direção do experimento cênico: Caetano Gotardo e Marco Dutra
Elenco: Andrea Marquee, Antonio Salvador, Clarissa Kiste, Malu Galli, Marat Descartes
Luz: Lara Cunha
Produção: Lara Lima

11, 12 e 13 de novembro, sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 19h
R$ 9,00 (trabalhador do comércio, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes); R$ 15,00 (estudante, servidor da escola pública, aposentado, pessoa com 60 anos ou mais, pessoa com deficiência); e R$ 30,00 (inteira).

Sobre os profissionais envolvidos:

  • Caetano é diretor, roteirista, montador e dramaturgo. Seu longa de estreia “O que se move” (2012) recebeu diversos prêmios de atuação incluindo o kikito de melhor atriz no Festival de Gramado. Em 2013, teve uma retrospectiva de todos os seus oito curtas-metragens realizada pela Cinemateca Francesa, em Paris.
  • Marco Dutra é diretor, roteirista, montador e compositor. Seu primeiro longa, “Trabalhar Cansa” (2011), parceria com Juliana Rosas, foi selecionado para o Festival de Cannes, na Mostra Un Certain Regard. “Quando eu era vivo”, seu segundo longa, estreou no Festival de Tiradentes e fez parte da seleção oficial do Festival de Roma. Seu último filme ‘O Silêncio do Céu’ integrou o Festival de Gramado deste ano.
  • Andrea Marquee é atriz e cantora. Participou de diversos espetáculos musicais e no início dos anos 2000 gravou “Zumbi”, seu primeiro disco solo. Participou da montagem de Cambaio, de Adriana e João Falcão. Nos últimos anos atuou em diversos curtas-metrangens e foi uma das protagonistas do filme “O que se move” de Caetano Gotardo.
  • Antonio  foi ator da Cia. Teatro Balagan, tendo atuado nos espetáculos “Tauromaquia”, “Západ – A Tragédia do Poder”,  “Prometheus – A Tragédia do Fogo” e na peça “Recusa”.
  • Clarissa Kiste atuou em diversos espetáculos teatrais, como os recentes “Dom Juan”  sob direção de William Pereira e “O Desaparecimento do Elefante” de Monique Gardenberg e Michele Matalon. No cinema, atuou em variados curtas-metragens e nos longas “Trabalhar Cansa”, de Marco Dutra e Juliana Rojas, “Carmo”, de Murilo Pasta, e “Super Nada” de Rubens Rewald.
  • Malu Galli atuou em diversos espetáculos da Companhia dos Atores, dentre os quais destacam-se “Melodrama”,  “Ensaio.Hamlet” e ”Gaivota – Tema para um Conto Curto”, todas de Enrique Diaz.  No cinema, atuou no curta-metragem “Areia” de Caetano Gotardo pelo qual recebeu diversos prêmios dentre os quais o Kikito de Melhor Artiz no Festival de Cinema Gramado. Na televisão, ganhou recente destaque ao trabalhar nas novelas “Três Irmãs”, “Tempos Modernos”, “Cheias de Charme” e “Totalmente Demais”.
  • Marat Descartes atou em diversos espetáculos teatrais dentre os quais destacam-se “Primeiro Amor”, peça baseada na novela de Samuel Beckett pela qual recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator em 2007. No cinema atuou em vários filmes como “Trabalhar Cansa” de Marco Dutra e Juliana Rojas e “Super Nada” de Rubens Rewald.

Curso | “Literatura e Cinema – Um Diálogo Fecundo” com José Geraldo Couto
As aulas tratam de temas como as falsas ideias sobre adaptações literárias; o filme como tradução – de uma linguagem a outra, mas também de uma sensibilidade a outra, ou de uma época a outra, explorando as possibilidades de tradução da literatura para o universo do cinema.

16 a 17 de novembro, quarta e quinta-feira das 19h às 21h30
Espaço Cênico
R$ 25,00 | R$ 12,50 | R$ 7,50
Inscrições no atendimento das Oficinas de Criatividade a partir de 03/11, às 11h

Sobre o profissional envolvido:
Formado em história e em jornalismo pela Universidade de São Paulo – USP, José Geraldo Couto é crítico de cinema, jornalista e tradutor. Publicou, entre outros livros, André Breton, Brasil: Anos 60 e Futebol brasileiro hoje. Escreve regularmente sobre cinema para a revista Carta Capital e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.

Oficina | “Roteiro de Adaptação Cinematográfica” – Com Sabina Anzuategui
O curso apresenta aspectos estéticos e técnicas de roteiro utilizadas na adaptação de obras literárias para o meio cinematográfico. A partir da exibição de exemplos, são discutidas algumas questões: fidelidade à obra original, adaptação de enredo e personagens, diálogos e voz over.

18 a 19 de novembro, sexta-feira das 19h às 22h e sábado das 14h às 17h
Espaço Cênico
R$ 25,00 | R$ 12,50 | R$ 7,50
Inscrições no atendimento das Oficinas de Criatividade a partir de 03/11 às 11h

Sobre a profissional envolvida:
Sabina Anzuategui, escritora e roteirista, é autora dos romances “Calcinha no Varal” e “O afeto ou Caderno sobre a mesa”, roteirizou os filmes “Jogo das decapitações”, “Como Esquecer”,A Casa de Alice” e “Desmundo”, dentre outros, e colaborou ainda com os roteiros do filme “Quanto Vale ou é Por Quilo?” e da série de TV “Alice”.  Doutora em Audiovisual pela Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo – ECA/USP, Sabina é professora do curso de Rádio, TV e Internet da Faculdade Casper Libero.

Sessão comentada | “Roteiro Adaptado no filme Hoje” – Com Denise Fraga, Fernando Bonassi e Tata Amaral e mediação de Marina Person
Bate-papo sobre o filme, cujo roteiro é baseado no livro “Prova Contrária” de Fernando Bonassi, com a diretora e o escritor, participação da protagonista do filme, atriz Denise Fraga, e mediação de Marina Person.

24 de novembro, quinta-feira às 20h30
Teatro
Grátis. Retirada de ingresso com uma hora de antecedência.

Sobre os profissionais envolvidos:

  • Tata Amaral é diretora e roteirista, seu longa-metragem de estreia, “Um Céu de Estrelas” (baseado na peça de Fernando Bonassi) é considerado pela crítica como um marco da retomada do cinema brasileiro no anos 1990 e recebeu diversos prêmios no Brasil e no exterior. Seu filme “Hoje” (baseado no livro Prova Contrária, também de Bonassi) foi o grande vencedor do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2011.
  • Fernando Bonassi é escritor, roteirista, cineasta e dramaturgo. Publicou diversos livros dentre os quais “Um Céu de estrelas” e “Prova Contrária” (ambos adaptados para o cinema por Tata Amaral. É também um dos responsáveis pelo roteiro do filme “Estação Carandiru”, dirigido pelo cineasta argentino Hector Babenco e baseado no livro homônimo de Drauzio Varella.
  • Denise Fraga possui mais de vinte anos de carreira como atriz em cinema, televisão e teatro. Nos palcos, destacam-se seus trabalhos “Trair e Coçar é Só Começar” e “A Alma Boa de Setsuan” e “Galileu Galilei”. No cinema, atuou em diversos filmes como “Por Trás do Pano”, que lhe rendeu o kikito de melhor atriz no Festival de Gramado, dentre outros prêmios, e o longa-metragem “Pela Janela”.
  • Marina Person dirigiu o documentário “Person” e o longa-metragem de ficção “Califórnia”.  Na televisão, trabalhou na  MTV Brasil e foi apresentadora dos programas “Metrópolis”, na TV Cultura, “O Papel da Vida” no Canal Brasil, “Cinedrops” na Rádio Eldorado e “Marinando” em seu próprio canal no YouTube.

SESC Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

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Supo Mungam Films lança filme ganhador do Prêmio Especial do Júri Sundance 2016

10 de outubro de 2016
Como você é

São Paulo, setembro de 2016 – Premiado pelo júri do festival Sundance 2016, Como você é (As You Are), acaba de ter seus direitos de exibição no Brasil adquiridos pela distribuidora Supo Mungam Films. Dirigido pelo cineasta, ator, roteirista e músico norte-americano Miles Joris-Peyrafitte, o filme, que foi lançado em Sundance e exibido recentemente no Festival de San Sebastián, tem no elenco o ator Charlie Heaton, o Jonathan da série Stranger Things.

Como você é conta a história de Jack (Owen Campbell), um estudante do ensino médio que vive com sua mãe solteira Karen em uma cidade suburbana dos Estados Unidos, nos anos 1990. Ele não tem amigos e não se encaixa em nenhum grupo, até que o novo namorado de sua mãe muda-se para sua casa e traz junto seu filho Mark (Charlie Heaton). Jack e Mark conectam-se rapidamente e formam uma forte amizade, junto com Sarah (Amandla Stenberg), que conhecem após um encontro casual. Os três adolescentes tornam-se a salvação um para o outro até que mudanças acontecem e segredos vêm à tona, os forçando a olhar para si mesmos e ver até onde estão dispostos a viver a vida que escolheram. O filme estreia no Brasil em dezembro. Como você é (As You Are) é o primeiro filme de Miles Joris-Peyrafitte, que tem 23 anos e, dentre seus trabalhos, estão a direção de vários clipes musicais para artistas como My Godness, Eric Slick e Skinnybones.

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Análise de O Homem nas Trevas

2 de outubro de 2016
O Homem Nas Trevas

A real ideia é para sala ficar em silêncio, pois a tensão é sensacional e faz com que até o público fica sem respirar, espetacular, incrível, sorte minha que na sala onde eu estava só tinha 5 pessoas. Veja a análise de O Homem nas Trevas.

Análise de O Homem nas Trevas
Análise de O Homem nas Trevas

Três adolescentes sempre escaparam de seus roubos, todos perfeitamente planejados. No entanto, quando realizam seu último crime, assaltando a casa de um senhor cego, o jogo muda. Encarcerados no local, eles precisam lutar por suas vidas contra um psicopata cheio de segredos e terrivelmente habilidoso.

Em primeiro lugar, nunca roube a casa do general do Avatar, mesmo cego, pois aquele general mete medo mesmo, digo isso pois Stephen Lang, o ator que interpreta o cego é o mesmo general do Avatar (acho que todos conhecem já que o Avatar fez tanto sucesso).

Em segundo lugar, meus parabéns pra Sony, que fez questão de mostrar a tecnologia deles de filmagem no escuro, ficou maravilho, não vemos granulado nenhum e não é aquela câmera com cores verdes, a cena onde as luzes se apagam fica num suspense maravilhoso, bato palmas para Sony.

As atuações não passam do medíocre, talvez seja a melhor atuação do Stephen Lang, Jane Levy faz um bom papel de uma menina forte e sabe se cuidar, a atriz fez um filme anterior com o diretor Fede Alvarez (A Morte do Demônio) e o Dylan Minnette não surpreende, o ator também atuou em Goosebumps.

E a direção? Quem é esse Fede Alvarez?

Análise de O Homem nas Trevas
Análise de O Homem nas Trevas

Com uma maravilhosa direção, Fede Alvarez é o uruguaio que fez a refilmagem da Morte do Demônio de 2013 e apadrinhado do Sam Raimi que vem produzindo seus filmes nos últimos anos. Sam Raimi já teve seus anos de glória e ele parece acreditar nesse novo diretor que também dou minhas fichas que Fede será um ótimo diretor de suspenses, a Morte do Demônio está mediado, mas esse fez um ótimo trabalho.

A trilha sonora está sensacional e só aparece mesmo em momentos certos, pois boa parte do filme é em silêncio. O desenrolar do filme e o grande interesse começa logo no filme, temos pouca construção dos personagens, a ideia foi mostrar apenas seus reais motivos para aquele roubo e não parecer piegas tudo aquilo. Nesse segmento o roteiro acertou em cheio, não enrolou, mostrou um breve motivo e focou logo para o plano da equipe de roubar o cego. Muitas dicas vão passando em cenas com um curto take de um local ou uma simples frase que torna aquilo necessário. A história bem amarradinha e tudo se justifica do início, meio e fim.

Minha nota é 5 de 5. Espero que goste da minha análise de O Homem nas Trevas. Curta, comente e compartilhe essa postagem e até mais.

 

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Análise de Star Trek – Além da Escuridão

19 de setembro de 2016

Não conheço e não assisti a série clássica, mas acredito que o J.J. Abramns reergueu o nome com muita qualidade. Veja a análise de Star Trek – Além da Escuridão.

Análise de Star Trek - Além da Escuridão
Análise de Star Trek – Além da Escuridão

Depois do sucesso de Star Trek, o segundo filme da série trás um vilão conhecido pelos trekers, o famoso Khan que na série de TV foi derrotado por Spok e seus amigos. Mas dessa vez ele reaparece mais poderoso e com um fantástico destaque para o seu poder intelectual e força física. Benedict Cumberbatch mostra novamente sua grande atuação (que sinceramente não cheguei a ver nenhuma atuação ruim dele) e com um grande peso nas costas em fazer tão bem um dos maiores inimigos da Enterprise.

Depois da grande atuação de Benedth, temos também esse maravilhoso elenco que pra mim acertaram em cheio, difícil não gostar de alguém nesse série e todos os atores parecem realmente ser grandes amigos. A entrosação é comparado com o elenco de Os Vingadores, todos os personagens tem sua certa importancia. Só uma observação, alguém viu isso no Esquadrão Suicida?

Os efeitos visuais estão fantásticos e dou um destaque para o efeito de luzes que nunca tinha visto nos cinemas, deu uma identidade visual única para o Star Trek, se já tinha esse efeito de luzes no primeiro peço desculpa para quem está lendo, mas é que quando assisti o primeiro eu nem me toquei a essas luzes (se haviam elas).

Análise de Star Trek - Além da Escuridão
Análise de Star Trek – Além da Escuridão

Efeitos sonoros não é de ser esquecível, com uma tonalidade agressiva em cenas de ação e tons mais suaves em cenas de drama, é original, surpreendente e temático.

Gostei muito do final, tem uma participação do Leonard Nimoy e uma bela amizade de Spock e o capitão Kirk que praticamente tem uma relação de amor e ódio, quase chorei com a morte de um personagem (coloco spoiler mesmo).

O atores de peso como Karl Urban, Zoe Saldana e Simon Pegg tem boas atuações e com um alivio cômico que descarrega o peso das ações.

Em si adorei todos os fatores do filme e digo mais, gostei tanto quanto Star Wars, minha nota é 5 de 5. Espero que tenha gostado da minha análise de Star Trek – Além da Escuridão, curta, comente e compartilhe essa postagem e até mais.

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Análise de Um Namorado para minha mulher

Um Namorado Para Minha Mulher

Refilmagem do filme argentino de 2008 essa versão brasileira até que encanta de uma certa maneira. Veja a análise de Um Namorado para minha mulher.

Análise de Um Namorado para minha mulher
Análise de Um Namorado para minha mulher

A Ingrid Guimarães faz um papel medíocre com o papel da Nena, uma mulher que reclama de tudo e com esse seu jeito ela acaba tirando risadas só público em alguns momentos, mas para mim eu não consigo achar graça nela, algumas cenas foram legais, mas a atriz em si não vejo qualidade.

Caco Ciocler faz o papel do marido bobão porém com um encanto que diria que as mulheres o chamariam de ‘fofo’. O personagem é irritante, por ser tão idiota da raiva.

A qualidade técnica também é medíocre com um padrão de filmes de comédia que sempre temos, o roteiro tem sua surpresa, mas é tão comum quanto qualquer outro filme do gênero.

A diretora Julia Rezende, assina mais uma comédia em que somente assisti uma (Meu passado me condena) que achei muito bom e ela também dirigiu De Pernas pro Ar também tendo a Ingrid no elenco. Fazendo uma média pelos 2 filme que vi dela diria que é uma boa diretora e quem sabe possa fazer um filme de melhor qualidade, porque esse ela caiu na direção.

Análise de Um Namorado para minha mulher
Análise de Um Namorado para minha mulher

Em resumo é um filme que começa bem bonitinho, assim no primeiro ato conhecemos os personagens e a ideia do quanto a Nena é chata. Logo a seguir o interesse vai se perdendo com cenas que não chegam a ser tão engraçadas e no final fica um clima de depressão e a separação do casal que temos em quase todas as comédias românticas, a famosa briga séria para deixar a volta mais bonita e apaixonante, mas mesmo assim ficou bonitinho.

Minha nota é 3 de 5. Espero que goste da minha análise de Um Namorado para minha mulher. Curta, comente e compartilhe essa postagem e até mais.

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Análise de O Sono da Morte

14 de setembro de 2016
O Sono da Morte

Não parece muito terror, está mais pra um suspense sobrenatural e não tem como não amar o Jacob Tremblay, muito bonitinho. Veja a análise de O Sono da Morte.

Análise de O Sono da Morte
Análise de O Sono da Morte
O filme começa legalzinho, com um tom de depressão, calmo, com cores pastéis e uma trilha sonora suave, uma padrão em que vemos em muitos suspenses onde há uma perda dos personagens no qual não temos detalhes. O casal Jessie e Mark adotam o fofissinho e educado Cody, para recomeçar a vida há 3 que tinham.
Nas noites em que o Cody dorme, seus sonhos se materializa tornando realidade para o casal a aparição do filho morto e preenchendo em curto período a perda e o luto dos dois. Mas nem todas as noites são de sonhos, os pesadelos de Cody da seus primeiros sinal e uma assombração que não tem nada de assustador aparece.
O clima começa a mudar depois de algumas cenas tensas que o diretor apresenta para animar o público com sustos repentinos, daí comecei a pensar “Pronto, vão apelar pros famosos sustinhos”, mas não exageraram e gostei disso, ficou bacana algumas cenas monstruosas e outras mais bonitas.
Chegamos na parte em que o pai adotivo de Cody é comido pelo monstro dos sonhos do menininho e o suspense com cara de final se torna o desenrolar da trama. Jessie procura o paradeiro da mãe morta de Cody e as pessoas que o adotaram. Assim a premissa do roteiro fica interessante quando ela desafia o monstro e o roteiro ganha um pouco mais de status.
Análise de O Sono da Morte
Análise de O Sono da Morte
Não vou deixar de mostrar uns pontos negativos do roteiro. Fica difícil aceitar que uma assistente social não vê nada de errado onde toda vez que o menino é adotado alguém desaparece sen explicação, outro ponto é que ninguém conta nada do paradeiro da mãe e nem sabem para que um dia possa contar para o pequeno Cody e um pequeno spoiler em que esconder a morte da mãe só para ser o easter egg do roteiro ficou muito fraco, o motivo não é assustador pra ninguém saber, pelo contrário, todos deveriam saber.
As atuações estão boas, mas dou um destaque para o Jacob, como esse menininho pode ter um futuro promissor, ele faz um excelente papel para a idade dele e se não me engano é o segundo filme de terror e mais O Quarto de Jack, que é o filme que mostrou o Jacob fofinho pro mundo.
Minha nota é 4 de 5. Espero que tenha gostado da minha análise de O Sono da Morte, comente, compartilhe e curta essa postagem, até mais.
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Análise de Pets – A Vida Secreta dos Bichos

11 de setembro de 2016
Pets - A Vida Secreta dos Bichos

Imaginei que seria tão engraçado quanto Meu Malvado Favorito a animação da mesma produtora, mas ainda vale a pena o ingresso, porque não tem como não identificar o seu bichinho de estimação e muitas cenas são engraçadas. Veja a análise de Pets – A Vida Secreta dos Bichos.

Análise de Pets - A Vida Secreta dos Bichos
Análise de Pets – A Vida Secreta dos Bichos

Max é um cachorro que mora em um apartamento de Manhattan. Quando sua querida dona traz para casa um novo cão chamado Duke, Max não gosta nada, já que seus privilégios parecem ter acabado. Mas logo eles vão ter que pôr as divergências de lado quando um incidente coloca os dois na mira da carrocinha. Enquanto tentam fugir, os animais da vizinhança se reúnem para o resgate e uma gangue de bichos que moram nos esgotos se mete no caminho da dupla.

Antes de mais nada eu dou os parabéns para a Illumination (produtora de animação da Universal) que já tem no portfólio filmes que ótimos que para mim já chegam perto da Dreamworks e se continuar nesse ritmo podem brigar com a Disney e a Pixar.

Pelos trailers a real intenção da produtora é trazer as crianças e muitos adultos (acho que é difícil um adulto não gosta de bichos de estimação, alias, difícil humanos não gostar). Talvez esse foi o sucesso da animação, fazer várias cenas serem fofinhas ou engraçadas com bastante personagem para que alguém compre a simpatia de qualquer um e assim o filme não ser uma experiência ruim para ninguém. Se preocuparam tanto com isso que esqueceram o roteiro que é bem fraquinho, não tem uma qualidade técnica e narrativa tão boa quanto as animações desse ano, o Zootopia e Procurando Dory, mas com certeza será um filme marcante para todos.

Análise de Pets - A Vida Secreta dos Bichos
Análise de Pets – A Vida Secreta dos Bichos

Sinceramente acreditei que iria chorar de rir e tinha muita esperança de talvez ser melhor que Zootopia e ser a melhor animação do ano para mim. O Bola de Neve (O coelho maluco) não é tão engraçado e para minha decepção ele é de certa maneira o vilãozinho da história, o Duke e o Max nem são tão legais, acho o que salva mesmo são os personagens coadjuvantes, são mais ou menos como os Minios do Meu Malvado Favorito.

Assistam o filme dublado, porque a equipe são de dubladores clássicos, inclusive o Mario Monjardim que quase chegando aos 90 anos, ainda está fazendo um excelente trabalho e ainda temos a famosa frase de “Oh Diabo” que me fez lembrar do seu mais famoso personagem, o Pernalonga. A Tatá Werneck está na dublagem com uma voz irreconhecível da cachorrinha Gigi.

A mensagem que o filme passa é básica como o amor pelos animais, mas pela diversão a minha nota é 5 de 5. Espero que gostem da minha análise de Pets – A Vida Secreta dos Bichos. Curtam, comentem e compartilhem essa postagem e até mais.

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Análise de Ben-Hur

10 de setembro de 2016
Ben Hur

Sim, achei maravilhoso o filme e não vou comparar com o filme clássico porque não assisti. Veja a análise de Ben-Hur.

Análise de Ben-Hur
Análise de Ben-Hur

É a história épica de Judah Ben-Hur, um príncipe falsamente acusado de traição por seu irmão adotivo Messala, um oficial do exército romano. Destituído de seu título, afastado de sua família e da mulher amada, Judah é forçado à escravidão. Depois de muitos anos no mar, Judah retorna à sua pátria em busca de vingança, mas encontra a redenção.

Vi muitas críticas comparando ao filme clássico (ganhador de 11 Oscar e interpretado por astro dos cinemas daquele tempo, Charlton Heston), foi sem dúvidas um grande sucesso. Ao contrário do clássico o remake sequer chegou aos pés do grande sucesso, mas a pergunta que não quer calar, é melhor que o antigo? Os críticos que assistiram o clássico falam que o remake é muito ruim e estão sempre comparando com o clássico. A minha visão é de quem não assistiu o anterior, então a minha análise é inteiramente para esse filme e não vou comparar a nada.

Na minha visão é um ótimo filme e tem um excelente roteiro, prendeu minha atenção do início ao fim, a construção dos personagens e seus relacionamentos dos irmãos Judah Ben-Hur e Messala Severus ficou ótima, era um relacionamento de irmãos que se amam, mas a obsessão do Messala achar eu não faz parte daquela família judia por ser irmão adotivo de sangue romano foi maior e se uniu ao exército romano e voltou como um grande traidor por se sentir traído.

A seguir temos o segundo ato com o Ben-Hur se tornando escravo por anos e é uma cena que achei muito boa que em segundos temos a mudança de anos e os escravo estando naquela mesma posição fazendo a mesma coisa por anos e em seguida vemos uma guerra entre romanos e gregos. É rápida e só temos a visão dos escravos no navio, mas foi maravilhoso com uma escolha certa de cores e os efeitos também estão ótimos.

Análise de Ben-Hur
Análise de Ben-Hur

No último temos a melhor parte do filme, a corrida de bigas. Sem dúvidas é uma cena que te deixa a apreensivo e também uma bela cena de ação, cada etnia correndo para decidir que é o melhor e ainda ser uma corrida mortal fez de uma corrida ser a corrida.

Não temos um elenco forte, mas o Morgan Freeman fez um bom papel, mas meu maior destaque é do Toby Kebbell interpretando o Messala, achei um ótimo personagem, até melhor que o Ben-Hur. Jack Huston fez um bom personagem, mas nada que fuja da normalidade e o Rodrigo Santoro para mim mesmo sendo o Jesus que aparece em poucas cenas, achei que fez muito bem seu papel, seu rosto me trouxe realmente a bondade de Jesus.

O final foi do caralho e surpreendente para mim, o filme se tornou uma história um tanto religiosa onde a bondade de Jesus é contagiosa e sempre será o melhor caminho. #choreimesmonofinal

Minha nota é 5 de 5. Espero que goste da minha análise de Ben-Hur, curta, comente e compartilhe essa postagem e até mais.

 

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Análise de Batman: A Piada Mortal

Batman - A Piada Mortal

Análise de Batman: A Piada Mortal. Um filme curto, com uma animação medíocre e um final igual dos quadrinhos, maravilhoso. Veja a análise de Piada Mortal.

Análise de Batman: A Piada Mortal
Análise de Batman: A Piada Mortal

Adaptação homônima de uma das mais famosas histórias protagonizadas pelo Homem-Morcego. Completamente enlouquecido, fora de controle e após fugir da prisão, o Coringa decide expandir o seu reinado de terror e transforma o Comissário Gordon e sua filha em alvos de sua onda de violência. A única chance de ambos saírem vivos é que Batman consiga capturar mais uma vez seu maior inimigo.

O início do filme começa bem fraco, com um vilão genérico que serve como ponte para mostrar o relacionamento entre o Batman e a Batgirl. Na realidade o primeiro ato é só na Batgirl, o que torna bastante chato, porque o que queremos ver é o Coringa e o Batman, mas entendo a importância de focarem na parceira do Batman, o que não entendo é o vilãozinho chato que nem sei o nome (Não sou tão fã assim) aparecer tantas vezes e ainda ser um personagem bem fraquinho.

A história começa a ficar interessante depois que surge o Coringa e conforme ele planeja seu próximo crime, flashes do seu passado vai acontecendo, que para mim é maravilhoso porque não conhecia o passado do vilão e o roteirista quer mostrar que nem todo mundo nasce uma pessoa terrível e o plano do Coringa é mostrar que todo mundo em um dia ruim pode se tornar uma pessoa ruim, assim como ele.

Análise de Batman: A Piada Mortal
Análise de Batman: A Piada Mortal

Então o Coringa tenta fazer o dia mais terrível do comissário Gordon, atirando na sua filha e depois estuprando (cena que não é mostrada), espancar o comissário, deixando nu e tentar humilhar lo de qualquer forma e assim provando que qualquer um pode mudar.

O filme se destaca em duas cenas incríveis, uma delas é quando após o Coringa sair do tanque químico e sentir que ele teve péssimo dia e assim gargalhar com as mãos na cabeça e temos a imagens de um psicopata que daquele dia em diante toda sua vida irá mudar. A outra cena é sem dúvida a melhor cena para qualquer pessoa que for assistir, onde o Batman e o Coringa estão frente a frente numa conversa após uma sessão de luta, em seguida o Coringa conta uma piada e começa a rir e por incrível que parece Batman também ri colocando seus braços no ombro do vilão, a tela abaixa para uma poça de água e assim temos somente a risada do Batman. Para mim esse deveria ser o fim, mas não é, temos uma cena onde mostra que a Batgirl está recuperada na cadeira de roda (mas condenada pra sempre a nunca mais andar) e indo a caminho a uma sala cheia de computadores, tornando-se a Oraculo de Batman. Seria muito melhor se o fim fosse igual aos quadrinhos.

Minha nota é 3 de 5. Espero que tenho gostado da minha análise de Piada Mortal, comente, compartilhe e curta essa postagem e até mais.

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Dia 06 de outubro estreia Irmã, de Zack Clark

8 de setembro de 2016
Irmã

No dia 06 de outubro, acontece a estreia nacional de “Irmã“, de Zach Clark, primeiro filme do diretor a ser lançado no Brasil e distribuído pela Supo Mungam Films. O elenco é composto por Addison Timlin, conhecida como Sasha Bingham, da quarta temporada da série Californication e pelo esperado papel como Lucinda Price, em “Fallen; Ally Sheedy que ficou imortalizada como Leslie Hunter em “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” e como a revoltada Allison de “Clube dos Cinco” e, Peter Hedges , que teve seu romance “Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador”, adaptado ao cinema e estrelado por Johnny Depp e Leonardo di Caprio.

Selecionado para o SXSW de 2016, o filme foi exibido também no Maryland Film Festival, BAMcinemaFest, Edinburgh International Film Festival e Fantasia International Film Festival.

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Análise de Perfeita é a Mãe

25 de agosto de 2016
Perfeita É A Mãe!

Raras as vezes que o título no Brasil é melhor que o original e ainda ganha mais créditos quando o filme também é divertido. Veja a análise de Perfeita é a Mãe.

Análise de Perfeita é a Mãe
Análise de Perfeita é a Mãe

Uma mulher (Mila Kunis), com vida aparentemente perfeita – bom casamento, filhos exemplares, ótimo emprego, etc – acaba ficando estressada além do ponto com as obrigações domésticas. Cansada da situação, ela se une a duas outras mulheres (Kathryn Hahn e Kristen Bell) que passam pelos mesmos problemas e juntas iniciam uma intensa jornada de libertação.

Para que adora um besteirol americano vou dizer que esse é uma versão de besteirol americana para mulheres com um pouco a mais de qualidade técnica. Por quê digo isso?

Vamos há alguns pontos, se você é homem e a sua namorada ODEIA aquelas comédias machistas, vai tranquilo assistir esse, porque ainda continua com aquelas piadas sexuais que em algumas cenas ficam engraçadas e melhor que sua namorada vai rir junto porque tem muitas piadas que são para as mulheres. Se você é aquele tipo de homem machista pode ficar um pouco incomodado com bastante piadas. Particularmente eu adorei as atrizes, ficaram bem engraçadas e sinceramente assistindo o trailer (que ficou uma bosta) achei que a Mila Kunis não tinha nada a ver para o papel, me enganei.

Com uma bela edição e uma ótima escolha da trilha sonora somado com várias cenas em slow-motion o segundo ato fica extremamente engraçado, depois de um início completamente chato, não despertou muito interesse quando queriam apresentar os personagens, as piadas estavam fracas.

Com bastante piadas sexuais e até um nu frontal, o filme é indicado para maiores de 14 anos, então tenha cuidado de não levar seu filhinho como já vi bastante gente levar em filmes assim.

Análise de Perfeita é a Mãe
Análise de Perfeita é a Mãe

Aqui é uma comédia barata, ou seja, nada de um bom roteiro, só tem o intuito de passar a mensagem que não existem mães perfeitas e se você (Mãe) fizer algo de errado, não esquenta, pois isso é comum.

No cinema, apesar de poucas pessoas na sala, o barulho foi grande (principalmente de um sem noção que dava umas risas bem altas, que até influenciou em alguns risos meus e da minha namorada), o ambiente da sala também estava ótima, todos estavam se divertindo. O longa tão agradável que até a antagonista se da bem e ninguém fica por baixo, adorei.

Minha nota é 4 de 5 e espero que goste da minha análise de Perfeita é a Mãe. Curta, comente e compartilhe essa postagem e até mais.

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Análise de Negócio das Arábias

22 de agosto de 2016
Negócio das Arábias

Um filme onde o destaque para mim não é o Tom Hanks e sim o ator Alexander Black que interpreta um árabe bem engraçado e transforma aquilo que parecia ser bem comum em um filme que acredito que lembrai para sempre em uma Sessão da Tarde fora de época. Veja a análise de Negócio das Arábias.

Análise de Negócio das Arábias
Análise de Negócio das Arábias

Um empresário americano em apuros financeiros chamado Alan Clay viaja para a Arábia Saudita em busca de novas oportunidades. Na próspera cidade de Jeddah, longe da complicada realidade da recessão que assola os Estados Unidos, ele realiza uma última e desesperada tentativa de evitar a falência completa, pagar a caríssima faculdade da filha e, talvez, realizar algo de bom e surpreendente em sua vida. Nesse deserto insólito, ele irá se deparar com uma estranha e fascinante galeria de personagens, gente vinda do mundo inteiro para cumprir todo tipo de ambição, como se convergissem para lá os pontos de uma realidade que parece se esfacelar. É nesse espelho quebrado de nacionalidades e aspirações que Alan tentará juntar os cacos de sua própria vida e recriar sua existência.

Na verdade o longa começa com um certo drama com a apresentação de todos os problemas de Alan e como ele viaja tão longe para tentar reconstruir seu ego e ainda levar nas costas um possível tumor que o deixa ainda mais preocupado e somando a tantos problemas na sua cabeça.

Acredita-se que o filme será de um roteiro bem comum e que na verdade é. Mas com a chegada do personagem Yousef interpretado pelo Alexander Black, o clima muda da água para o vinho com muitas piadas boas e um humor um tanto negro. A atuação de Alexander está tão boa que juro por Deus que tinha certeza que aquele ator era realmente árabe e tinha até achado legal de colocarem um ator da Arábia Saudita para estrelar junto com Tom Hanks, foi um grande erro meu, pois Alexander é nova-iorquino.

Análise de Negócio das Arábias
Análise de Negócio das Arábias

Com o clima ficando mais leve, o segundo ato fica entre o humor e o drama de Alan, que precisa esperar o rei da Arábia Saudita chegar para que ele apresente o projeto da empresa, só que o rei não chega e ele precisa urgentemente resolver problemas secundários além de sua saúde.

O terceiro ato, para surpresa de todos acaba se tornando um romance de culturas distintas, um romance difícil de seguir, mas que com amor tudo pode ser possível.

Tom Hanks não está em uma atuação boa, está fazendo por fazer o filme, não vejo esforço, mas o seu tom de um homem sério ao mesmo tempo atrapalhado melhora o clima e também soma.

Eu entrei no cinema com um humor de cansado e sai com um sentimento que não vou esquecer do clima agradável que ficou.

Minha nota é 3 de 5. Espero que goste da minha análise de Negócio das Arábias, curta, comente e compartilhe essa postagem e até mais.

 

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Análise de Vanilla Sky

Comecei assistindo achando que seria Ficção Científica e o filme é um puta romance… mas tudo muda até o final e minhas expectativas estavam corretas. Veja a análise de Vanilla Sky.

Análise de Vanilla Sky
Análise de Vanilla Sky

David (Tom Cruise) é um executivo nova-iorquino, bem-sucedido e perturbado. Ele tem pesadelos estranhos que, algumas vezes, se misturam à sua realidade. Na condição de herdeiro inseguro do império de seu pai, ele acredita que todos os demais diretores de sua empresa estejam lhe preparando um golpe. Eventualmente, mantém relações com a bonita Julie (Cameron Diaz), mas a moça está à procura de um relacionamento estável. Ao encontrar Sofia (Penélope Cruz), David acredita que sua vida vai melhorar, mas, a partir daí, tudo só piora: os pesadelos, o delírio, os relacionamentos.

Já sabia que o filme era uma refilmagem do clássico Abre los Ojos (no Brasil, Preso na Escuridão) de Alejandro Amenábar e também que era bem conceituado pela crítica, fiquei curioso e fui assistir. No início o roteiro se preocupa com a construção de David para o público e assim nos envolvemos no seu amor que começa a crescer quando conhece a Sofia e assim temos um drama romântico em 2 atos do longa. No primeiro ato por acreditar muito que seria uma ficção do início ao fim eu achei um pouco chato e estava crente que me enganei sobre o longa.

No segundo ato as confusões pelos sonhos e delírios do personagem transforma a chatice num incrível e interessante filme cheio de dúvidas (Ele está no sonho ou na realidade?).

Análise de Vanilla Sky
Análise de Vanilla Sky

No terceiro ato a confusão fica ainda maior, mas como todo filme Hollywoodiano, deram um jeito de explicar tim tim por tim tim. Ainda é um excelente filme e recomendo a todos, mas acho que o final deveria ser um pouco enigmático e traria pensamentos para o público (eu adoro ter essa sensação).

As atuações de Tom Cruise e Penélope Cruz são boas, mas Tom ainda não faz nada de diferente em que poderia dizer, “Nossa que atuação”, Penélope Cruz fez um bom papel, mas não tem nenhum destaque para ninguém.

A grande atração é sem dúvida o roteiro e a trilha sonora, ambos casam perfeitamente com alucinações do personagem misturado com algumas músicas de Radiohead, magnífico

Minha nota para o filme é 5 de 5. Espero que goste da minha análise de Vanilla Sky, curta, comente e compartilhe essa postagem e até mais.

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Análise de Conexão Escobar

20 de agosto de 2016
The Infiltrator

Bryan Cranston fazendo o mesma atuação que fez no Breaking Bad e não me agradou, assim como o filme. Veja a análise de Conexão Escobar.

Análise de Conexão Escobar
Análise de Conexão Escobar

O agente federal Robert Mazur conseguiu se infiltrar no maior cartel de drogas colombiano usando a identidade de Bob Musella, um empresário especializado em lavagem de dinheiro. Mazur torna-se amigo de Roberto, homem de confiança de Pablo Escobar, e inicia seu grande plano. A verdadeira história da batalha de um homem contra o maior cartel de drogas do mundo.

Acabei indo no cinema para ver 2 filmes, ambos bem semelhantes até no título, Conexão Escovar e A Conexão Francesa, um filme americano e outro francês, ambos trata-se da luta contra a máfia e para acabar com o tráfego de drogas, ambos mostram um drama do personagem principal em se envolver demais nas investigações, mas de tudo isso temos uma diferença. Conexão Escobar não agrada.

Com uma direção ruim de Brad Furman, muitas vezes você fica com um certo desconforto porque a direção não faz com que o público se envolva com o filme. Por muitas vezes eu quase cochilei, a máfia não mostra ser tão perigososa e as cenas que talvez era pra gerar um certo suspense não me prendeu ou surpreendeu.

O Bryan Cranston está igualzinho o Mr. White do Breaking Bad, achei uma falta de originalidade e John Leguizamo fez um personagem que teria que ser de certa forma um pouco carismático, achei totalmente chato e com atuação a modo padrão.

Análise de Conexão Escobar
Análise de Conexão Escobar

Essa história é real e sobre a operação C-Chase se tornou uma das operações mais bem-sucedidas da história da polícia dos Estados Unidos, e as evidências coletadas durante a ação se provaram críticas para a condenação do general Manuel Noriega um dos capangas mais procurados do Quartel de Medellín liderado por Pablo Escobar.

O filme é baseado no livro O Infiltrado de Robert Mazur e o título original do filme é The Infiltrator.

Trilha sonora é uma bosta, em cenas de mais tensão a trilha não ajuda. O que mais me interessou foi o afeto que os policiais Robert e Kathy teve com um casal membro do Cartel que no ato final teve uma certa importância (também se não houve-se isso o final seria totalmente desinteressante).

Minha nota é 2 de 5. Espero que gostem da minha análise de Conexão Escobar, curtam, compartilhem e comentem essa postagem e até mais.

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Análise de A Conexão Francesa

A Conexão Francesa

Jean Dujardin mostrando mais uma vez que é um dos principais atores franceses na atualidade e esse longa é uma surpresa para o gênero policial. Veja a análise de A Conexão Francesa.

Análise de A Conexão Francesa
Análise de A Conexão Francesa

Transferido para Marselha, o juiz Pierre Michel logo descobre que seu maior desafio será desmembrar uma articulada quadrilha de traficantes de heroína que domina a cidade e o tráfico para os Estados Unidos. Acabar com a Conexão Francesa torna-se sua obsessão e Michel dedica anos de sua vida – e um bocado de sua sanidade – à missão, acompanhando de perto os passos de Gartan Zampa, inalcançável chefe do bando.

Com uma trilha sonora incrível de suspense e uma atuação sensacional de Jean, A Conexão Francesa é um filme que se passa nos anos 70 com um tom de Poderoso Chefão localizado na França e trás um grande curiosidade de saber mais sobre o fato verídico que aconteceu sobre a Conexão Francesa.

Algumas cenas que trás mais qualidade ao longa são atuações fortes do Jean, quando Michel tem que se mostrar forte contra seus inimigos e que também tem um coração enorme quando tenta ajudar uma jovem a se livrar das drogas e em uma cena que no desespero chora ao tentar falar com sua mulher que o abandonou por medo do seu envolvimento contra a máfia.

Análise de A Conexão Francesa
Análise de A Conexão Francesa

O roteiro está bem construído e não deixa a desejar, com um final dramático com um tom de revolta para um podre que nunca tem fim. Marselha é uma cidade que até hoje temos notícias de corrupção na polícia e política.

Outra atuação incrível é do ator Gilles Lellouche que interpreta o Zampa, com seu temperamento emotivo que é apegado a amigos e família, não foge como um bom líder da máfia que em momentos explode e age friamente como um mafioso que precisa manter sua postura.

Voltando ao Jean Dujardin, ele já ganhou o Oscar no filme o Artista e não ganhou destaque em Hollywood, mas isso não fez cair de qualidade, pois seus filmes franceses ainda estão em um nível considerado bom, irei acompanhar mais esse ator.

O destaque para o longa é a harmonia do roteiro, trilha sonora e sem dúvida as grandes atuações do líder da justiça e o líder da máfia. Minha nota 4 de 5, espero que goste da minha análise de A Conexão Francesa. Curta, comente e compartilhe essa postagem e até mais.

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Análise de Rua Cloverfield, 10

Rua Cloverfield, 10

O terror de Cloverfield volta, mas agora como terror psicológico. Veja a análise de Rua Cloverfield, 10.

Análise de Rua Cloverfield, 10
Análise de Rua Cloverfield, 10

A Bad Robot veio com uma surpresa, um filme com um tom diferente de Cloverfield o monstro, mas que se passa no mesmo universo da invasão alienígena.

Não vemos monstros, mas nesse filme temos um outro ser, o homem. Após uma briga com o namorado nossa personagem principal Michelle sai do apartamento e viaja de carro para um destino incerto, quando de repente sofre um acidente. Quando acorda ela se da conta que esta trancada em um quarto e a perna enfaixada. Após alguns minutos um homem gordo aparece e diz que a salvou de um apocalipse na Terra e que estão no momento em um bunker subterrâneo que ele construiu.

Dentro do bunker também temos o Emmeth, um rapaz que confirma um ataque nuclear e assim as dúvidas vai crescendo na personagem e no público.

Análise de Rua Cloverfield, 10
Análise de Rua Cloverfield, 10

Diferente do filme anterior aqui temos uma construção e foco em três personagens, dentre eles o mais famoso, John Goodman que interpreta um velho bonachão triste e também com muitos ataques de fúria que transmite varias cenas de tensão dentro do bunker.

Com muitos desfechos o filme pode agradar muitos, o roteiro é o maior foco. Com tantos trailers lançados que trazia curiosidade ao público se teria algum monstro, acabou que nos últimos mostrar um easter egg que acabou deixando sem graça para o último ato. Para quem não assistiu os trailers, acredito que teve uma experiência muito melhor.

Minha namorada não assistiu o filme anterior e não gostou desse, pelas viradas de roteiro ela achou um tanto sem nexo tudo aquilo, uma opinião dela, talvez essa visão são mais propícia de quem não assistiu Cloverfield o Monstro.

Minha nota é 4 de 5. Espero que tenha gostado da minha análise de Rua Cloverfield, 10. Curta, comente e compartilhe essa análise e até mais.

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Análise de Esquadrão Suicida

10 de agosto de 2016
Esquadrão Suicida

Tinha certeza que ia amar o filme, porque adorei Batman vs Superman e achei que os críticos estavam pegando no pé dos filmes da DC, mas esse filme não é bom. Veja a análise de Esquadrão Suicida.

Análise de Esquadrão Suicida
Análise de Esquadrão Suicida

O longa tem uma série de erros que o torna chato e cansativo no inicio. A apresentação dos personagens está um tanto entediante e com várias cenas curtas misturadas com uma caralhada de músicas pops. “Po Ed, mas ficou legal nos trailers”. Mas só fica legal mesmo nos trailers, vai ver isso no longa como tudo fica chato? Eu pensei que colocariam as músicas como o Guardiões da Galáxia, somente em algumas cenas, será que ninguém percebeu que tinha música demais? E sem contar que estava mal editada e não tinha sincronia nenhuma com a música, parecia que tinha uma cena ai falaram, “coloca uma música ai que vai ficar show de bola”. Nããããooooo, não é assim que se resolve.

Depois acabar as músicas pops e temos a trilha sonora da metade para o final, mas essa trilha é genérica e uma bosta.

Agora vou falar dos personagens. 

Coringa: Todo aquele booomm e não é grande coisa, Jared Leto e o marketing do filme engrandeceram demais ele. Com um estilo gangster o Coringa não surpreendeu, decepcionou e não por causa do Jared Leto e sim porque o marketing focava muito nessa novidade e não deram destaque para ele. Acredito que se esse Coringa for o grande vilão de algum Batman, ai veremos um bom personagem mas não chega perto do Coringa do Heath Ledger.

Arlequina: Ótima atuação da Margot Robbie, uma personagem de destaque no filme, serve como alivio cômico, é porradeira, tem seu arco com o Coringa, vira amiguinha do Pistoleiro, é a grande personagem do Esquadrão Suicida.

Pistoleiro: Will Smith tinha que ser o maior destaque, pelo nome devia exigir um filme onde ele teria que ser o maior destaque. Não gostei do personagem nem da atuação, tem uma cena que queria forçar o quão foda era o personagem e não achei nada demais, sinceramente achei forçado.

Diablo: Ta ai um personagem maneiro, teve pouco destaque, mas quando entrou em cena foi o que mais me agradou, a única luta maneira é dele contra o vilão. Pena que não souberam aproveitar o uso dele e mataram ele, poxa vida, matem o Capitão Bumerangue não ele.

Análise de Esquadrão Suicida
Análise de Esquadrão Suicida

Capitão Bumerangue: É isso mesmo, personagem meio inútil, mas tem umas cenas legais que da pra mostrar os dentes com ele.

Rick Flag: O líder do grupo que tem como objetivo cumprir sua missão e fazer o papel do apaixonadinho que faz qualquer coisa pela sua amada. Personagem chato e apesar de ser líder tem pouca importância.

Amarra: Esse ai é completamente inútil, nem deveria estar no pôster, só serviu para a prova que a Amanda Waller estava falando sério.

Amanda Waller: Ótima personagem e melhor atuação, com tanta coisa errada ela foi o acerto, Viola Davis fez uma maravilhosa personagem filha da p… que ainda da pra gostar dela. Concordo com o Crocodilo.

Crocodilo: Outro personagem sem arco, está lá pra fazer umas 3 ou 4 cenas mais ou menos.

Magia: É a antagonista do longa, eu gostei do figurino e os movimentos dela, achei uma vilã interessante e a altura do grupo, mas ficou meio podrinho a luta dela contra o Esquadrão, se ela não precisava lutar por quê lutou?

Katana: É uma personagem interessante, destemida e violenta, como um bom samurai japonês. Sua missão é proteger o Rick Flag, mas não ajuda muito o líder, parece que se preocupa mais com ela.

O diretor tem uma filmografia muito boa e seu último trabalho Corações de Ferro é fantástico e trabalha com bastante personagens que fica amarradinho sua importância para o longa. O David Ayer errou? Acho que em termos sim, da pra perceber que o estúdio interferiu muito com tantos cortes e edições de flashes, mas mesmo sem a interferência não me pareceu que ia melhorar muito.

Efeitos especial está nota 10, muito bem feito, não da pra perceber a tela verde e provavelmente focaram demais nisso e esqueceram da linha do roteiro.

Mas e o Batman e o Flash, ele aparecem? Sim, mas pouquíssimo então larga sua ansiedade porque não será importante e tem uma cena na metade dos créditos, o Bruce Wayne reaparece e é uma ceninha legal.

Minha nota é 3 de 5. Fiquei triste porque quero muito que a Warner e a DC sejam superiores que a Marvel e a Disney, porque amo filme da Warner e prefiro os personagens da DC, mas fica dificil com esse filme. Espero que gostem da minha análise de Esquadrão Suicida, curta, comente e compartilhe essa postagem e até mais.